Na segunda-feira, 10 de março, a D-Edge, famosa casa de música eletrônica em São Paulo, promoveu um culto evangélico intitulado “Frequência de Deus”, idealizado pelo DJ e proprietário Renato Ratier. O evento, que começou às 19h34, atraiu mais de 150 pessoas, incluindo fiéis e curiosos, e contou com a participação da cantora Baby do Brasil […]
Na segunda-feira, 10 de março, a D-Edge, famosa casa de música eletrônica em São Paulo, promoveu um culto evangélico intitulado “Frequência de Deus”, idealizado pelo DJ e proprietário Renato Ratier. O evento, que começou às 19h34, atraiu mais de 150 pessoas, incluindo fiéis e curiosos, e contou com a participação da cantora Baby do Brasil e dos pastores Pedro e Samuel Santana. A pista da boate foi transformada em um auditório, com cadeiras dispostas para acomodar o público, que variava em estilo, desde roupas casuais até trajes mais sofisticados.
Durante o culto, Ratier compartilhou seu testemunho pessoal, revelando que sua esposa está em coma há oito meses e que encontrou conforto na fé. Vestindo uma camiseta com a palavra “Aleluia”, ele destacou que o culto não se tratava de um evento de música eletrônica, mas sim de uma celebração espiritual. Baby do Brasil conduziu a parte musical, apresentando canções como “Ruja o Leão”, enquanto interagia com o público, enfatizando a mensagem de amor e perdão.
O pastor Pedro Santana também compartilhou sua história de vida, revelando seu passado como travesti e suas lutas pessoais. Ele falou sobre sua conversão e a importância da fé em sua vida. O culto foi marcado por momentos de emoção, incluindo a participação de um idoso que, emocionado, começou a falar em línguas, prática comum em cultos pentecostais. O ambiente, que normalmente é associado a festas e consumo de álcool, foi transformado em um espaço de adoração, com a iluminação e a música criando uma atmosfera única.
Após o culto, um jantar foi servido a um grupo seleto de convidados, sem a presença de álcool, reforçando o caráter do evento. Ratier, ao ser questionado sobre a inclusão de temas controversos, como a “cura” de homossexuais, defendeu que a mensagem do culto era sobre amor e acolhimento, sem julgamentos. Ele expressou sua intenção de realizar cultos mensais na D-Edge, dependendo da demanda, reafirmando sua visão de um espaço que une música e espiritualidade.
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