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Lady Gaga quase cortou a faixa ‘How Bad Do U Want Me’ do álbum Mayhem

- Lady Gaga lançou "Mayhem", seu novo álbum, que está sendo bem recebido pelos fãs. - A canção "How Bad Do U Want Me" quase foi excluída, mas foi mantida por incentivo do noivo. - Gaga expressou inseguranças sobre ser vista como "a garota má" em relacionamentos. - Ela compartilhou a pressão que sentiu ao se apresentar no SNL50, destacando sua importância. - A artista relembrou momentos com Tony Bennett, que a inspiraram a superar a ansiedade.

Lady Gaga, em uma recente entrevista ao podcast Las Culturistas, revelou que uma das faixas mais comentadas de seu novo álbum, Mayhem, quase não foi incluída na versão final. A canção “How Bad Do U Want Me” estava em dúvida para a tracklist, mas seu noivo, Michael Polansky, a convenceu a mantê-la, afirmando que os […]

Lady Gaga, em uma recente entrevista ao podcast Las Culturistas, revelou que uma das faixas mais comentadas de seu novo álbum, Mayhem, quase não foi incluída na versão final. A canção “How Bad Do U Want Me” estava em dúvida para a tracklist, mas seu noivo, Michael Polansky, a convenceu a mantê-la, afirmando que os fãs iriam adorar. Gaga expressou sua hesitação, mencionando que frequentemente se sente pressionada em relação a músicas que são muito pop, citando como exemplo “Just Dance”, do álbum The Fame, que também quase foi cortada.

Durante a conversa, Gaga explicou que sempre se sentiu rotulada como “a garota má” e que desejava romper esse estereótipo em seu relacionamento atual. Ela compartilhou que tem a impressão de que, quando se interessa por alguém, essa pessoa anseia por uma “boa garota”, enquanto a verdadeira “boa garota” é uma construção mental. Essa reflexão sobre sua identidade e relacionamentos pessoais permeia a letra de “How Bad”.

Além disso, Gaga e os anfitriões discutiram a relevância do programa Saturday Night Live para artistas emergentes e estrelas pop. Ela recordou a pressão que sentiu antes de sua performance de “D–k in a Box” com Andy Samberg no SNL50, comparando a experiência à de um comediante que se apresenta em um clássico. Ao caminhar pelo Radio City Music Hall, lembrou-se de Tony Bennett, que a ensinou que a nervosismo é um sinal de que se importa com a performance.

A entrevista completa pode ser conferida no episódio do podcast Las Culturistas.

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