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Branca de Neve enfrenta polêmicas e guerra cultural antes da estreia na Disney

- A Disney enfrenta polêmicas com o live-action "Branca de Neve", que estreia em 20 de março. - A escolha de Rachel Zegler como protagonista gerou críticas de grupos conservadores. - A pré-estreia em Hollywood terá presença limitada, visando proteger a imagem das estrelas. - A substituição dos sete anões por "criaturas mágicas" intensificou as críticas à agenda "woke". - Apesar das controvérsias, a bilheteira inicial nos EUA pode alcançar até US$ 56 milhões.

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela

A estreia do live-action de Branca de Neve, programada para o dia 20 de março no Brasil, enfrenta uma série de controvérsias que têm impactado a estratégia de marketing da Disney. A pré-estreia em Hollywood, marcada para o próximo sábado, será menos badalada do que o habitual, com restrições que impedem a presença de repórteres […]

A estreia do live-action de Branca de Neve, programada para o dia 20 de março no Brasil, enfrenta uma série de controvérsias que têm impactado a estratégia de marketing da Disney. A pré-estreia em Hollywood, marcada para o próximo sábado, será menos badalada do que o habitual, com restrições que impedem a presença de repórteres no tapete vermelho. Apenas fotógrafos e membros da equipe estarão presentes no evento, que foi descrito como uma ocasião mais intimista, voltada para “amigos e família”. Essa decisão parece ser uma tentativa de proteger a imagem das atrizes Rachel Zegler e Gal Gadot, que têm sido alvo de críticas intensas.

As polêmicas começaram com a escolha de Zegler, uma atriz de 23 anos com ascendência colombiana, para interpretar a princesa. Grupos conservadores e anti-woke se opuseram à ideia de uma Branca de Neve com fenótipo latino, desafiando a representação tradicional da personagem. Além disso, Zegler fez declarações que desmereceram o filme original, afirmando que a princesa não sonhará em ser salva por um príncipe, mas sim em ser uma líder. O ator Peter Dinklage também criticou a Disney por manter a narrativa de “Branca de Neve e os Sete Anões”, considerando-a problemática.

A situação se complicou ainda mais com a guerra entre Israel e o Hamas, que trouxe à tona as posições políticas de Zegler e Gadot. Enquanto Zegler expressou apoio à “Palestina livre”, Gadot se posicionou contra o Hamas, o que gerou uma polarização nas redes sociais. A Disney, por sua vez, tem adotado uma abordagem cautelosa em relação ao marketing do filme, com pré-vendas de ingressos iniciando apenas recentemente, o que é considerado atípico para grandes lançamentos.

Apesar das controvérsias, as projeções indicam que Branca de Neve pode ter uma estreia bem-sucedida, com estimativas de bilheteira nos Estados Unidos entre US$ 50 milhões e US$ 56 milhões. Se alcançar o valor mais alto, a arrecadação ficará próxima da de Cinderela, que fez US$ 67 milhões em sua estreia em 2015. A Disney espera que a visibilidade das atrizes no Oscar, onde apresentaram um prêmio recentemente, possa ajudar a impulsionar o interesse pelo filme.

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