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Los K’comxtles revive o espírito rebelde do rock no México com tributo musical

- Los K’comxtles, liderado por Rubén Albarrán, é um supergrupo de rockabilly. - A banda lançou o videoclipe "Mar de Amor", filmado em Acapulco, Guerrero. - O grupo se apresentará no festival Vive Latino, destacando sua resistência cultural. - "Mar de Amor" homenageia as praias e a resiliência do povo de Acapulco. - Albarrán e Miranda ressaltam a importância do rock como ato de resistência social.

Los K’comxtles é descrito por seus integrantes como “um tributo vivo” à evolução do rock no México. Liderada por Rubén Albarrán, vocalista do Café Tacvba, a supergrupo rockabilly é um projeto multigeracional que “une o passado e o presente para projetá-lo no futuro”. Além de Albarrán, a banda conta com músicos veteranos como Rafael Acosta […]

Los K’comxtles é descrito por seus integrantes como “um tributo vivo” à evolução do rock no México. Liderada por Rubén Albarrán, vocalista do Café Tacvba, a supergrupo rockabilly é um projeto multigeracional que “une o passado e o presente para projetá-lo no futuro”. Além de Albarrán, a banda conta com músicos veteranos como Rafael Acosta e Rafael Miranda, que fizeram parte da cena rock mexicana dos anos 1950 e 1960, além de integrantes de outras décadas, como Gato Rockabilly e Christian K’comxtle.

A banda surgiu em 2022, durante a pandemia de COVID-19, e já lançou quatro singles em plataformas digitais, incluindo uma versão reimaginada do clássico “Ojos de Araña”, de Los Sleepers, e a canção original “Mar de Amor”. O videoclipe de “Mar de Amor”, que estreia em 14 de março, foi filmado em Acapulco, estado de Guerrero, que sofreu com o furacão Otis em outubro de 2023. A música é um tributo às belezas naturais da região e à resiliência de seu povo.

Os integrantes se apresentarão ao vivo no festival Vive Latino em 16 de março, onde tocarão no palco Carpa Intolerante. Albarrán destaca que este projeto musical também é uma forma de honrar os músicos que enfrentaram uma sociedade mexicana conservadora e repressiva. Ele menciona que esses “mártires do rock n’ roll” desafiaram normas sociais com sua música e estilo de vida, contribuindo para as liberdades que hoje são frequentemente subestimadas.

Miranda enfatiza que o rock n’ roll sempre foi um ato de resistência, acompanhando a juventude em suas lutas sociais e expressões artísticas. Ele recorda que, nos anos 60, enfrentaram perseguições policiais por seu visual e estilo musical. Apesar das adversidades, a paixão pelo rock n’ roll se manteve firme, e a banda continua a celebrar esse legado.

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