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Gilberto Gil emociona público em turnê de despedida com homenagem à filha Preta

- Gilberto Gil iniciou sua turnê de despedida "Tempo Rei" em Salvador, emocionando 40 mil pessoas. - O show foi dedicado à filha Preta Gil, que saiu da UTI um dia antes da apresentação. - Gil apresentou um repertório de mais de 29 canções, incluindo arranjos renovados e homenagens. - O cantor abordou temas históricos, como a ditadura, com a música "Cálice", gerando forte reação do público. - A turnê marca o encerramento de uma carreira de seis décadas, celebrando a diversidade musical brasileira.

Gilberto Gil emocionou mais de 40 mil pessoas na Arena Fonte Nova, em Salvador, no último sábado (15), durante a estreia de sua turnê de despedida, intitulada “Tempo Rei”. O show, que durou mais de duas horas, apresentou uma seleção cronológica de sua vasta obra, incluindo ritmos como forró, rock e samba. O repertório incluiu […]

Gilberto Gil emocionou mais de 40 mil pessoas na Arena Fonte Nova, em Salvador, no último sábado (15), durante a estreia de sua turnê de despedida, intitulada “Tempo Rei”. O show, que durou mais de duas horas, apresentou uma seleção cronológica de sua vasta obra, incluindo ritmos como forró, rock e samba. O repertório incluiu clássicos como “Palco”, “Procissão” e “Cálice”, além de canções que refletem sua trajetória musical.

O cantor dedicou a apresentação à filha Preta Gil, que assistiu ao show após sair da UTI, onde tratava uma infecção. Gil fez uma homenagem especial antes de interpretar “Drão”, projetando imagens de Preta em momentos de sua infância. O artista, de 82 anos, começou o show com vigor, interagindo com o público e destacando a importância do momento em sua carreira, que se estende por 60 anos.

Durante o espetáculo, Gil apresentou arranjos renovados e incluiu músicas de outros compositores, como “Eu só quero um xodó” e “Eu vim da Bahia”. O show também abordou temas políticos, com a exibição de um depoimento de Chico Buarque sobre a censura durante a ditadura militar, provocando reações da plateia. O repertório variado incluiu ainda influências de sua viagem à Nigéria nos anos 1970 e momentos de introspecção, como ao interpretar “Se eu quiser falar com Deus”.

O encerramento foi marcado por um clima festivo, com participações especiais de Russo Passapusso e da Ministra da Cultura, Margareth Menezes. O diretor do espetáculo, Rafael Dragaud, enfatizou que a proposta era criar um show que celebrasse a música brasileira, sem se prender a uma narrativa enciclopédica, mas sim proporcionando uma experiência que lembrasse as melhores referências do país.

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