A 35ª edição do Prêmio Shell de Teatro, um dos mais prestigiados do Brasil, ocorreu na noite de terça-feira, 18 de outubro, no Teatro Riachuelo, no Centro do Rio de Janeiro. A cerimônia, apresentada por Renata Sorrah e Clayton Nascimento, teve texto e direção da cantora Zélia Duncan. O evento destacou as principais produções teatrais […]
A 35ª edição do Prêmio Shell de Teatro, um dos mais prestigiados do Brasil, ocorreu na noite de terça-feira, 18 de outubro, no Teatro Riachuelo, no Centro do Rio de Janeiro. A cerimônia, apresentada por Renata Sorrah e Clayton Nascimento, teve texto e direção da cantora Zélia Duncan. O evento destacou as principais produções teatrais do Rio e de São Paulo, com um público que ultrapassou 40 mil ingressos vendidos.
O monólogo “Não me entrego, não!”, um dos grandes sucessos da temporada, rendeu o prêmio de ator a Othon Bastos, de 91 anos, que recebeu a honraria por meio de seu filho, Pedro Bastos. Débora Falabella foi premiada como atriz por sua atuação em “Prima facie”. Entre as produções de São Paulo, Alexia Twister e Mel Lisboa foram reconhecidos por suas performances em “Rei Lear” e “Rita Lee, uma autobiografia musical”, respectivamente.
Na categoria de dramaturgia, Pedro Emanuel e Vinicius Arneiro foram premiados por “Língua”, enquanto Dadado de Freitas e Mauricio Lima receberam o prêmio de direção por “Arqueologias do futuro”. Os vencedores da temporada paulistana incluem Liana Ferraz pela dramaturgia de “Não fossem as sílabas do sábado” e Jéssica Teixeira pela direção de “Monga”.
Além das categorias principais, o evento também reconheceu o Programa Enfermaria do Riso da UNIRIO, que promove intervenções artísticas em hospitais, e o Negócio Social Tereza, que envolve egressas do sistema prisional em confecções de figurinos. O destaque nacional foi para “A força da água”, do Grupo Pavilhão da Magnólia, de Fortaleza (CE).
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