Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Brasileiros se tornam mais engajados em jogos de azar, aponta especialista em pesquisa

Crescimento explosivo no mercado de games no Brasil: 82,8% da população joga, com destaque para cassinos online. Entenda as motivações por trás desse fenômeno.

Os brasileiros estão cada vez mais envolvidos com jogos, especialmente os de sorte. Segundo a Pesquisa Game Brasil (PGB), 82,8% da população se declarou jogadora, um aumento de 8,9 pontos percentuais em relação a 2023. Dentre os entrevistados, 38,2% afirmaram jogar em cassinos e plataformas de apostas online. Guilherme Camargo, CEO do SX Group, responsável […]

Os brasileiros estão cada vez mais envolvidos com jogos, especialmente os de sorte. Segundo a Pesquisa Game Brasil (PGB), 82,8% da população se declarou jogadora, um aumento de 8,9 pontos percentuais em relação a 2023. Dentre os entrevistados, 38,2% afirmaram jogar em cassinos e plataformas de apostas online. Guilherme Camargo, CEO do SX Group, responsável pela PGB, analisa esse crescimento e sua relação com o mercado de games.

Camargo iniciou sua carreira na Microsoft em 2000, atuando em trade marketing e comercializando jogos como Age of Empires e Flight Simulator. Ele destaca que, ao separar a paixão pelos jogos do aspecto comercial, conseguiu tomar decisões mais racionais. Com dois filhos que se consideram “gamers”, ele observa que a cultura de jogar em família se tornou comum, algo que não era frequente nas gerações anteriores.

O aumento no número de jogadores é atribuído, em parte, aos jogos de sorte, que atraem um público engajado e disposto a gastar. Camargo ressalta que esses jogos são vistos por muitos como semelhantes aos jogos digitais, embora envolvam riscos emocionais e financeiros. O mercado global de games, que movimenta 190 bilhões de dólares anualmente, é impulsionado principalmente pelos smartphones, que representam 50% desse total.

O futuro dos games, segundo Camargo, será marcado pela nuvem, onde a plataforma de jogo perderá importância. A inteligência artificial (IA) também promete revolucionar a indústria, permitindo que qualquer pessoa crie seus próprios jogos, mesmo sem habilidades técnicas. Ele acredita que inovações como a IA e a realidade aumentada serão fundamentais para moldar o setor nos próximos anos.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais