O bombeiro William Alberto Gomes Nunes, conhecido como Romarinho, mostrou que é possível conciliar trabalho e diversão durante o Lollapalooza. Ele atuou no palco Mike’s Ice na edição do festival realizada no último fim de semana em São Paulo, onde teve a oportunidade de assistir a apresentações de artistas como Teddy Swims e Sepultura. Fã […]
O bombeiro William Alberto Gomes Nunes, conhecido como Romarinho, mostrou que é possível conciliar trabalho e diversão durante o Lollapalooza. Ele atuou no palco Mike’s Ice na edição do festival realizada no último fim de semana em São Paulo, onde teve a oportunidade de assistir a apresentações de artistas como Teddy Swims e Sepultura. Fã da banda, William conseguiu até pegar a baqueta do baterista Greyson Nekrutman, um momento que o deixou emocionado: “Naquele momento eu comecei a me tremer, nem acreditei”.
Com 35 anos, William é fã de metal desde a infância, influenciado por um primo músico. Ele descreveu a experiência de ver a banda de perto enquanto trabalhava como uma honra, destacando que os músicos estavam a apenas cinco metros dele. “Foi um dos melhores shows que eu já vi na minha vida”, afirmou. A apresentação da banda foi marcada por um tom melancólico, já que estão em sua turnê de despedida, e contou com a participação de Junior na percussão.
William também refletiu sobre seu passado, quando o acesso a vídeos de artistas era limitado. “Hoje em dia está mais fácil a gente ter mais acesso a uns vídeos antigos dos caras”, comentou, lembrando que na sua juventude, as opções eram escassas, com fitas cassete e CDs difíceis de encontrar. Essa dificuldade de acesso à música fez com que momentos como o do festival fossem ainda mais significativos para ele.
A participação de William no Lollapalooza não apenas destaca a possibilidade de aproveitar eventos culturais enquanto se trabalha, mas também ressalta a importância da música na vida das pessoas, especialmente para aqueles que enfrentam desafios em suas jornadas. A conexão emocional que ele sente com a banda e a música é um testemunho do poder que esses momentos têm na vida de um fã.
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