A diretora Nia DaCosta falou sobre o processo de criação do filme “As Marvels” durante o festival de cinema Storyhouse, em Dublin. Ela destacou que a produção de filmes no Universo Cinematográfico Marvel (UCM) oferece pouca liberdade criativa. Segundo DaCosta, a Marvel tem um sistema rígido e um cronograma definido, o que exige que os diretores se adaptem a esse processo.
DaCosta expressou surpresa com o resultado final do filme, que se tornou o de pior bilheteira da história da Marvel, arrecadando US$ 205,8 milhões. Ela afirmou que, embora as expectativas não tenham sido atendidas, é necessário confiar na estrutura de produção da Marvel.
A diretora também comentou sobre a necessidade de se ajustar ao cronograma da Marvel, que impôs desafios durante a realização do projeto. Apesar das dificuldades, ela considerou a experiência como um aprendizado valioso para sua carreira.
Por fim, DaCosta reconheceu que o filme não correspondeu à sua visão inicial, mas essa vivência a fortaleceu como cineasta, permitindo-lhe lidar melhor com futuras produções.
A diretora Nia DaCosta, durante sua participação no festival de cinema Storyhouse, em Dublin, comentou sobre o processo criativo em “As Marvels”. Ela destacou que a produção de filmes no Universo Cinematográfico Marvel (UCM) oferece pouca liberdade criativa. “Eles tinham um sistema, e estavam preparando certas coisas, e você só precisa se inclinar para este intenso processo”, afirmou DaCosta, ressaltando as diferenças entre seu estilo de direção e o método da Marvel.
DaCosta expressou surpresa com o resultado final do filme, que se tornou o de pior bilheteira da história da Marvel, arrecadando US$ 205,8 milhões. “O melhor não aconteceu desta vez, mas você só precisa confiar nessa máquina de produção”, disse a diretora, refletindo sobre as expectativas em relação ao projeto.
Ela também comentou sobre a rigidez do cronograma da Marvel, que exigiu que ela se adaptasse ao processo. “Eles tinham uma data, e estavam preparando certas coisas, e você precisa mergulhar nesse processo”, explicou. Apesar das dificuldades, a diretora considerou a experiência um aprendizado valioso.
Por fim, DaCosta reconheceu que o filme não correspondeu à sua visão inicial. “Ok, esse não vai ser o filme que idealizei, ou sequer a primeira versão que eu filmei”, concluiu, enfatizando que essa vivência a fortaleceu como cineasta, permitindo-lhe navegar melhor em futuras produções.
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