Milhares de pessoas compareceram ao funeral de Amadou Bagayoko, em Bamako, Mali, no último domingo. O músico, que fazia parte da famosa dupla Amadou & Mariam, faleceu aos setenta anos após um período de doença. O evento contou com a presença de amigos, familiares e artistas, incluindo Salif Keita e o ex-primeiro-ministro Moussa Mara. A esposa de Bagayoko, Mariam Doumbia, compartilhou momentos emocionantes de sua despedida, revelando que ele não conseguiu se comunicar em seus últimos instantes.
Bagayoko ficou cego aos quinze anos e formou a dupla com Mariam em mil novecentos e oitenta. O álbum “Dimanche à Bamako”, lançado em dois mil e quatro, vendeu quinhentas mil cópias e resultou em colaborações com artistas renomados, como Damon Albarn. O ministro da Cultura de Mali, Mamou Daffé, destacou a importância de Bagayoko para a música africana, enquanto Youssou N’Dour o considerou um embaixador da música africana no mundo.
A dupla continuou a gravar e se apresentar até o ano passado, com Bagayoko fazendo sua última apresentação na cerimônia de encerramento dos Jogos Paralímpicos de Paris em dois mil e vinte e quatro. Ele deixa sua esposa e um filho, Sam, que também é músico. O músico será sepultado em um local íntimo, no pátio de sua casa, conforme informou seu porta-voz.
Milhares de pessoas se reuniram em Bamako, Mali, no domingo, para o funeral do músico Amadou Bagayoko, da renomada dupla Amadou & Mariam. O evento contou com a presença de amigos, familiares, fãs e artistas, como Salif Keita e o ex-primeiro-ministro Moussa Mara. Bagayoko faleceu na sexta-feira, aos setenta anos, após um período de doença, conforme informado pela família.
A esposa de Bagayoko, Mariam Doumbia, compartilhou momentos emocionantes de sua despedida, revelando que ele não conseguiu se comunicar em seus últimos instantes. “Eu estava sozinha e continuarei sozinha na vida”, disse ela. O músico foi hospitalizado antes de falecer, mas a causa exata de sua morte não foi divulgada.
Bagayoko, que ficou cego aos quinze anos, formou a dupla com Mariam em 1980. O álbum “Dimanche à Bamako”, lançado em dois mil e quatro, vendeu quinhentas mil cópias e rendeu colaborações com artistas como Damon Albarn. O ministro da Cultura de Mali, Mamou Daffé, destacou a importância de Bagayoko para a música africana, enquanto figuras como Youssou N’Dour o consideraram um embaixador da música africana no mundo.
A dupla continuou a gravar e se apresentar até o ano passado, com Bagayoko fazendo sua última apresentação na cerimônia de encerramento dos Jogos Paralímpicos de Paris em dois mil e vinte e quatro. Ele deixa sua esposa e um filho, Sam, também músico. O músico será sepultado em um local íntimo, no pátio de sua casa, conforme informou seu porta-voz.
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