Gabriela Mistral, uma famosa poeta chilena que ganhou o Prêmio Nobel de Literatura, teve uma vida cheia de cartas de amor, especialmente com Manuel Magallanes. Em seu aniversário de 33 anos, em 7 de abril de 1921, ela esperou por horas por Magallanes, que não apareceu. Eles trocavam cartas desde 1914, onde Mistral expressava suas inseguranças e desejos.
Um novo livro chamado “Los seres buenos se hacen mejores con el dolor, los malos nos hacemos peores” reúne essas cartas e mostra sua busca por amor e a dor da perda, incluindo mensagens para seu filho, Yin Yin. A obra, organizada por Gladys González, traz cartas para pessoas importantes na vida de Mistral, como Alfredo Videla Pineda e Doris Dana, e oferece uma visão íntima de suas relações.
González destaca que as cartas mostram Mistral como uma mulher solitária que queria se conectar com os outros. Ao longo do tempo, ela alternava entre querer amor e ter medo de ser rejeitada. A relação com Doris Dana, por exemplo, se tornou muito profunda, onde Mistral expressava sua necessidade de estar perto e a tristeza que sentia quando estavam separadas.
O livro também inclui uma carta de despedida de Yin Yin, que revela a dor da perda e a reflexão sobre a vida que Mistral proporcionou a ele. A editora acredita que ver as cartas originais é importante, pois a caligrafia e o formato mostram os sentimentos da poeta. A obra não só documenta suas relações, mas também revela a complexidade emocional de Mistral, que buscava deixar sua marca no mundo através da escrita.
Gabriela Mistral, renomada poeta chilena e laureada com o Prêmio Nobel de Literatura, teve sua vida marcada por intensas correspondências amorosas, especialmente com Manuel Magallanes. Em seu aniversário de trinta e três anos, em 7 de abril de mil novecentos e vinte e um, Mistral passou horas aguardando a chegada de Magallanes, que não compareceu. A troca de cartas entre eles, iniciada em mil novecentos e quatorze, refletia suas inseguranças e anseios, com Mistral expressando sua vulnerabilidade e a complexidade de seus sentimentos.
O novo livro, intitulado “Los seres buenos se hacen mejores con el dolor, los malos nos hacemos peores”, compila cartas de Mistral e revela sua busca por amor e a dor da perda, incluindo correspondências com seu filho, Yin Yin. A obra, editada por Gladys González, abrange cartas dirigidas a diversas pessoas significativas em sua vida, como Alfredo Videla Pineda, Palma Guillén e Doris Dana, e oferece um olhar íntimo sobre suas relações e a evolução de sua carreira.
González destaca que a correspondência de Mistral revela uma mulher que, apesar de sua orfandade e solidão, buscava se conectar com os outros. As cartas mostram uma Mistral que, ao longo do tempo, alternava entre o desejo de amor e a retração por medo de rejeição. A relação com Doris Dana, por exemplo, evoluiu para um amor profundo, onde Mistral expressava sua necessidade de proximidade e a melancolia que sentia na ausência da amada.
Além disso, o livro inclui uma carta de despedida de Yin Yin, que traz à tona a dor da perda e a reflexão sobre a vida errante que Mistral impôs a ele. A editora enfatiza a importância de preservar a materialidade das cartas, pois a caligrafia e o formato das correspondências oferecem uma visão única sobre os sentimentos da poeta. A obra não apenas documenta suas relações, mas também revela a complexidade emocional de Mistral, que buscava deixar sua marca no mundo através da palavra.
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