Daniel Arsham, um artista famoso, processou o rapper Quavo e sua gravadora, Quality Control Music, por usar sua escultura chamada Quartz Eroded 1961 Ferrari GT sem permissão. Isso aconteceu no vídeo promocional “Back to the Basics 2025” e em postagens nas redes sociais. Arsham entrou com o processo no tribunal de Nova York no dia 31 de março de 2025. Ele afirma que sua escultura, que está registrada, foi usada de forma ilegal no vídeo, onde Quavo aparece em frente à obra. A escultura é mostrada de forma bem visível durante o clipe de 45 segundos. Mesmo com Quavo postando imagens do vídeo em suas contas no Instagram e TikTok em dezembro de 2024, Arsham diz que os envolvidos não pediram autorização para usar sua arte. Ele enviou cartas pedindo para que parassem de usar o conteúdo, mas isso não aconteceu. Arsham quer que o tribunal proíba o uso da escultura e também busca uma compensação financeira pelos danos. Ele é conhecido por suas obras que parecem relíquias do passado e já trabalhou com marcas e músicos famosos.
O artista Daniel Arsham processou o rapper Quavo e a gravadora Quality Control Music, além da empresa-mãe HYBE America, por violação de direitos autorais e direito de publicidade. Arsham alega que Quavo utilizou sua escultura Quartz Eroded 1961 Ferrari GT (2018) sem autorização no vídeo promocional “Back to the Basics 2025” e em postagens nas redes sociais. O processo foi protocolado no U.S. District Court para o Southern District of New York em 31 de março de 2025.
No documento, Arsham afirma que a escultura, registrada no U.S. Copyright Office, foi incorporada de forma ilegal ao vídeo, que apresenta Quavo se apresentando em frente à obra. O artista destaca que a peça é exibida de maneira proeminente durante os quarenta e cinco segundos do clipe. Apesar de Quavo ter postado imagens do vídeo em suas contas do Instagram e TikTok em dezembro de 2024, Arsham afirma que os réus não buscaram ou obtiveram licença para usar sua arte.
Arsham enviou cartas de cessação e desistência à Quality Control e HYBE em dezembro de 2024 e janeiro de 2025, mas o conteúdo permanece disponível publicamente. O artista argumenta que os réus evitaram o pagamento de taxas de licença e outros custos financeiros relacionados à utilização de sua obra, além de não respeitar as condições que ele impõe para a autorização de uso.
O artista busca uma liminar para impedir o uso do conteúdo em questão, além de compensação financeira por danos e a devolução de lucros obtidos com a exploração não autorizada de sua escultura. Arsham é reconhecido por suas obras monocromáticas que exploram a arqueologia fictícia, e já colaborou com marcas e músicos de destaque, como Tiffany & Co., Rimowa, Pharrell e Jay-Z.
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