Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

RMS Titanic ganha nova vida em documentário com digitalização 3D detalhada

Documentário revela modelo 3D do Titanic, desafiando mitos sobre o naufrágio e exonerando o Primeiro Oficial William Murdoch.

0:00
Carregando...
0:00

Um novo documentário chamado “Titanic: The Digital Resurrection” mostra um modelo digital 3D do famoso navio RMS Titanic, que afundou em 1912 após bater em um iceberg. A produção, feita pela empresa Magellan, apresenta o Titanic em detalhes impressionantes, com uma cópia exata em escala real. O Titanic, que era o maior e mais seguro navio de passageiros da época, partiu em sua viagem inaugural em 10 de abril de 1912, mas afundou quatro dias depois, resultando na morte de mais de 1.500 pessoas.

O documentário, com duração de noventa minutos, permite que o cineasta Anthony Geffen mostre os momentos finais do navio e revele novas informações sobre o naufrágio. Uma das descobertas importantes é que uma válvula de vapor estava aberta, o que indica que os engenheiros continuaram trabalhando por mais de duas horas após a colisão, ajudando a manter a eletricidade e enviar sinais de socorro. Além disso, a análise das partes do navio mostra que ele não se partiu, mas foi destruído de forma violenta.

O filme também defende o Primeiro Oficial William Murdoch, que foi acusado de deixar seu posto. A posição de um equipamento usado para lançar botes salva-vidas sugere que ele foi arrastado para o mar enquanto tentava ajudar. “Titanic: The Digital Resurrection” estreia no National Geographic em 11 de abril e estará disponível em serviços de streaming a partir de 12 de abril.

Um novo documentário, “Titanic: The Digital Resurrection”, apresenta um modelo digital 3D detalhado do RMS Titanic, que afundou em 1912 após colidir com um iceberg. Produzido pela empresa de mapeamento submarino Magellan, o filme revela a construção do que é descrito como “o modelo mais preciso do Titanic já criado”, com uma escala de um para um e precisão até nos rebites.

O Titanic, que partiu em sua viagem inaugural em 10 de abril de 1912, era considerado o maior e mais seguro navio de passageiros da época. No entanto, quatro dias depois, ele afundou no Atlântico Norte, resultando na morte de mais de 1.500 pessoas. O documentário, com duração de noventa minutos, permite que o cineasta Anthony Geffen reconstrua os momentos finais do navio, desafiando suposições anteriores sobre o naufrágio.

Entre as descobertas, destaca-se a presença de uma válvula de vapor aberta, que confirma relatos de que os engenheiros permaneceram em suas estações por mais de duas horas após a colisão, mantendo a eletricidade e enviando sinais de socorro. Além disso, a análise das partes do casco revela que o Titanic não se partiu, mas foi “violentamente despedaçado”, afetando áreas onde passageiros proeminentes estavam.

O documentário também exime o Primeiro Oficial William Murdoch de acusações de abandono de posto, ao mostrar a posição de um davit de baleeiro que indica que ele foi arrastado para o mar enquanto a tripulação tentava lançar um bote. “Titanic: The Digital Resurrection” estreia no National Geographic em 11 de abril e estará disponível em serviços de streaming a partir de 12 de abril.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais