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Exposição destaca a arte afro-brasileira com obras de Mestres Valentim e Emanoel Araújo

Exposição na FGV Arte destaca a arte afro-brasileira com mais de 300 obras, homenageando Mestres Valentim e Emanoel Araújo. Não perca!

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A exposição “Afro-brasilidade, homenagem a dois Valentins e a um Emanoel” começou na FGV Arte, em Botafogo, no dia 10 de agosto. Ela apresenta mais de 300 obras de artistas afro-brasileiros, incluindo Mestres Valentim e Emanoel Araújo, além de outros artistas importantes como Aleijadinho e Abdias do Nascimento. Os curadores Paulo Herkenhoff e João Victor Guimarães destacam que a arte afro-brasileira é uma das mais relevantes do Brasil hoje, representando a maioria da população que muitas vezes foi esquecida. A mostra inclui obras com histórias significativas, como as da escritora Carolina Maria de Jesus. Elementos da umbanda, como Exu, que traz boas-vindas e proteção, também estão presentes. A visitação é de terça a sexta, das 10h às 20h, e aos fins de semana, das 10h às 18h, até o final de agosto. A abertura teve performances que enriqueceram a experiência.

A exposição “Afro-brasilidade, homenagem a dois Valentins e a um Emanoel” foi inaugurada na FGV Arte, em Botafogo, no dia 10 de agosto. A mostra reúne mais de 300 obras de artistas afro-brasileiros, destacando figuras como Mestre Valentim, Rubem Valentim e Emanoel Araújo, além de outros nomes importantes da arte, como Aleijadinho e Abdias do Nascimento.

Os curadores Paulo Herkenhoff e João Victor Guimarães enfatizam que a arte afro-brasileira é uma das mais significativas manifestações culturais do Brasil no século XXI. Segundo Herkenhoff, essa arte representa a maioria da população brasileira, que historicamente esteve invisibilizada. A curadoria buscou obras que possuem histórias profundas, incluindo a presença da escritora Carolina Maria de Jesus.

O conceito de “sagrado” permeia a exposição, com a inclusão de elementos da tradição da umbanda, como a figura de Exu, que simboliza boas-vindas e proteção. O curador menciona que o processo de seleção foi desafiador, dada a vasta riqueza de artistas afrodescendentes no Brasil.

A exposição está aberta ao público de terça a sexta-feira, das 10h às 20h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h, até o final de agosto. A abertura contou com performances que enriqueceram a experiência da visitação.

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