Fabrício Boliveira, que faz o papel de Jão na novela “Volta por Cima”, fala sobre a importância do personagem para discutir temas como paternidade e identidade. Ele destaca a conexão que Jão tem com o público, permitindo que as pessoas reflitam sobre questões sociais. Jão é descrito como um homem que se preocupa com a comunidade e busca um futuro melhor.
Boliveira também comenta sobre sua influência no figurino do personagem, especialmente após Jão se tornar gerente de operações. Essa mudança reflete a experiência do ator em subúrbios, como Madureira, onde ele observou a vida dos trabalhadores. Para ele, o papel é mais leve do que os anteriores, permitindo uma abordagem mais criativa.
Além disso, Jão levanta discussões sobre representatividade negra e identidade cultural. Boliveira acredita que o personagem ressoa com o público, promovendo o reconhecimento das virtudes brasileiras. Ele ressalta a importância de dar voz às periferias e como a trama reflete a diversidade da sociedade. O sucesso da novela mostra que o público quer se ver representado em histórias que abordam questões raciais e sociais.
Fabrício Boliveira, que interpreta Jão na novela “Volta por Cima”, destaca a relevância do personagem para discutir temas como paternidade e identidade. Ele enfatiza a conexão com o público, afirmando que a novela promove uma comunicação horizontal, permitindo que o público reflita sobre questões sociais. Boliveira descreve Jão como um “homem desconstruído”, que se preocupa com o bem-estar da comunidade e busca construir um futuro melhor.
O ator também menciona sua influência no figurino do personagem, especialmente após Jão assumir o cargo de gerente de operações. Essa mudança de visual reflete a vivência de Boliveira em subúrbios, como Madureira, onde ele observou a realidade dos trabalhadores noturnos. Para ele, a leveza do papel contrasta com papéis anteriores, permitindo uma abordagem mais estética e criativa.
Além de sua aparência, Jão levanta discussões importantes sobre representatividade negra e a identidade cultural. Boliveira acredita que o personagem ressoa com o público, evocando sentimentos e promovendo o reconhecimento das virtudes brasileiras. Ele ressalta a importância de dar voz às periferias, refletindo a diversidade da sociedade.
Por fim, o ator, que tem se destacado na luta por equidade e protagonismo, observa que o sucesso da novela indica um desejo do público de se ver representado em narrativas que abordam questões raciais e sociais. A trama, ambientada no subúrbio carioca, se torna um espaço de diálogo sobre as complexidades da identidade no Brasil contemporâneo.
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