Kerry King, guitarrista do Slayer, vai fazer seu primeiro show solo no Brasil no festival Bangers Open Air, que acontece no dia 4 de maio. Ele está animado para se apresentar e falou sobre seu novo álbum, From Hell I Rise. King deixou claro que as apresentações com o Slayer em 2024 não significam que a banda está voltando, pois não haverá turnê nem novos álbuns. Ele mencionou que a conexão com o público brasileiro é forte e que sua nova banda vai sentir essa energia.
Além da música, King também é fã de futebol americano e torce pelos Raiders. Ele comentou que a melhora do time não depende da compra de Tom Brady, mas sim do trabalho do treinador, Pete Carroll. King brincou que gostaria de ajudar a equipe a melhorar. Ele também expressou tristeza com o fim do Sepultura, destacando sua amizade com os integrantes. King compartilhou sua experiência em Phoenix, Arizona, onde muitos músicos de heavy metal vivem.
Kerry King, guitarrista do Slayer, anunciou sua estreia solo no Brasil durante o festival Bangers Open Air, marcado para 4 de maio. Em entrevista, ele expressou sua expectativa para o show e falou sobre seu novo álbum, From Hell I Rise, além de esclarecer que as apresentações com o Slayer em 2024 não significam um retorno da banda, mas sim shows especiais. King enfatizou: “Não haverá turnê do Slayer. Não haverá novos álbuns do Slayer.”
O músico destacou sua conexão com o público brasileiro, afirmando que a comunidade latina é apaixonada por metal. Ele mencionou que sua nova banda terá a oportunidade de vivenciar essa energia. King também comentou sobre sua relação com os fãs, afirmando que “existe uma conexão muito grande” entre eles. Ele revelou que, apesar de ter se afastado do Slayer, continua a compor músicas que refletem seu estilo.
Além de sua carreira musical, King demonstrou seu amor pelo futebol americano, torcendo pelos Raiders. Ele fez comentários sobre a equipe, sugerindo que a melhora do time não depende da recente aquisição de Tom Brady, mas sim da atuação do head coach, Pete Carroll. King brincou, dizendo que gostaria de ser contratado como assistente para ajudar a equipe a se comprometer com a excelência.
Por fim, o guitarrista expressou sua tristeza com o anúncio do encerramento das atividades do Sepultura, ressaltando sua amizade com os integrantes da banda. Ele também compartilhou sua experiência de tocar em Phoenix, Arizona, onde muitos ícones do heavy metal residem, e refletiu sobre a peculiaridade da cidade atrair tantos músicos do gênero.
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