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Kleber Mendonça Filho celebra nova seleção em Cannes com ‘O agente secreto’ estrelado por Wagner Moura

Kleber Mendonça Filho celebra a seleção de "O agente secreto" para Cannes, destacando a nova fase do cinema brasileiro e o talento de Wagner Moura.

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Kleber Mendonça Filho, um cineasta brasileiro, está animado com a seleção de seu novo filme, “O agente secreto”, para o Festival de Cannes. Este longa, que tem Wagner Moura como protagonista, é o sexto filme de Kleber e se passa nos anos 70, entre Recife e São Paulo. Na história, Moura interpreta Marcelo, um especialista em tecnologia que, ao chegar a Recife em 1977, se transforma em um agente do caos.

Kleber expressou sua satisfação com o trabalho da equipe e elogiou a atuação de Moura, considerando este seu melhor papel. Ele também comentou sobre a boa fase do cinema brasileiro, que está se recuperando após dificuldades causadas por um governo que não valorizava a cultura e pela pandemia de Covid-19. O cineasta destacou que é importante continuar fazendo filmes e defendendo o cinema nacional, que está atraindo a atenção do público e da crítica.

Kleber Mendonça Filho, cineasta brasileiro, celebra a seleção de seu novo filme, “O agente secreto”, para a competição do Festival de Cannes. O longa, protagonizado por Wagner Moura, marca a continuidade da trajetória de Kleber no festival, que começou com o curta-metragem “Vinil verde” em dois mil e cinco. Desde então, ele se destacou com “Aquarius” e “Bacurau”, ambos indicados à Palma de Ouro.

“O agente secreto” é o sexto longa-metragem de Kleber e se passa nos anos setenta, entre Recife e São Paulo. Na trama, Wagner Moura interpreta Marcelo, um especialista em tecnologia que, ao chegar a Recife em mil novecentos e setenta e sete, se transforma em um agente do caos. O diretor expressou sua satisfação com o trabalho da equipe e a performance de Moura, considerando este seu melhor papel no cinema.

Kleber também comentou sobre a atual fase do cinema nacional, que, segundo ele, está em uma nova retomada. Ele citou exemplos de sucessos recentes, como “Ainda estou aqui”, vencedor do Oscar de melhor filme internacional, e “O último urso”, que ganhou o Urso de Prata no Festival de Berlim. O cineasta destacou que o setor foi impactado por um governo que não valorizava a cultura e pela pandemia de Covid-19, mas agora está voltando a ganhar força.

Por fim, Kleber enfatizou a importância de continuar produzindo filmes e defendendo o cinema brasileiro, além da regulamentação do streaming. Ele acredita que o momento atual é positivo para a exposição do cinema nacional, com uma série de lançamentos que têm atraído a atenção do público e da crítica.

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