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Tamara Klink revela suas leituras inspiradoras durante invernagem no Ártico

Tamara Klink revela suas leituras durante a invernagem no Ártico, refletindo sobre solidão e a influência literária da família Klink.

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Tamara Klink, velejadora e escritora, falou sobre suas leituras durante a invernagem no Ártico em uma entrevista. Ela destacou a biblioteca da família Klink, que tem muitos livros sobre navegação e clássicos da literatura. Tamara mencionou que suas leituras foram importantes para lidar com a solidão e se conectar com a literatura de sua família. Entre os livros que leu, ela citou “Grande Sertão: Veredas”, que considerou essencial, e uma obra que inspirou seu pai, Amyr Klink, em sua própria invernagem na Antártida. Essa conexão familiar se fortaleceu ao reler o livro, que descreve experiências que ambos viveram.

Tamara também comentou sobre um livro de Nastassja Kinski, que narra um acidente com um urso e aborda temas de sobrevivência e saúde mental. Além disso, ela falou sobre um livro que recebeu de um colega velejador, que descreve a invernagem de um autor no Canadá. Embora tenha achado a leitura interessante, ela criticou a romantização do sofrimento comum na literatura de exploração. As leituras ajudaram Tamara a enfrentar a solidão e a se conectar com a rica tradição literária de sua família.

Tamara Klink, velejadora e escritora, compartilhou suas experiências literárias durante a invernagem no Ártico em uma entrevista para a série “Coleção de Livros” do Estadão. A biblioteca da família Klink, rica em obras sobre navegação e clássicos literários, foi o cenário para suas reflexões sobre solidão e conexão com a literatura familiar. Ela destacou a importância de suas leituras, que incluíram um livro que a inspirou a aprender francês e outro que a ajudou a enfrentar a solidão durante os meses de invernagem.

Entre os livros mencionados, Tamara citou “Grande Sertão: Veredas”, que considerou essencial e leu em formato digital, e uma obra que motivou seu pai, Amyr Klink, a realizar sua própria invernagem. Este livro narra a expedição de Sally e Jérôme Poncet à Antártida, um local que na época era considerado inexplorado. A conexão entre as experiências de Tamara e seu pai se fortaleceu ao reler essa obra, que descreve fenômenos que ambos vivenciaram.

A velejadora também mencionou a influência de sua mãe, Marina Klink, que é fã do mesmo livro. Além disso, Tamara falou sobre um acidente narrado por Nastassja Kinski em um de seus livros, que a impactou profundamente. A obra retrata a luta da autora após um ataque de urso, abordando temas de sobrevivência e saúde mental, o que ressoou com as experiências de Tamara em ambientes extremos.

Por fim, ela comentou sobre um livro que recebeu de um colega velejador, que descreve a invernagem de um autor no Canadá. Embora tenha achado a obra interessante, Tamara criticou a romantização do sofrimento comum na literatura de exploração. Suas leituras durante a invernagem não apenas a ajudaram a lidar com a solidão, mas também a conectaram com a rica tradição literária de sua família.

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