Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Mouhamed Harfouch apresenta o monólogo ‘Meu Remédio’ no Rio de Janeiro em abril

Mouhamed Harfouch apresenta seu monólogo "Meu Remédio" no Teatro Vanucci, no Rio de Janeiro, de 12 a 27 de abril. A peça aborda identidade e aceitação.

0:00
Carregando...
0:00

Mouhamed Harfouch vai apresentar seu monólogo “Meu Remédio” no Teatro Vanucci, no Rio de Janeiro, de 12 a 27 de abril. O espetáculo, que já fez sucesso em Juiz de Fora, Minas Gerais, é dirigido por João Fonseca e fala sobre identidade e aceitação de forma pessoal e emotiva. Harfouch, que tem mais de 40 produções teatrais no currículo e é conhecido por papéis em novelas como “Pé na Jaca” e “Amor à Vida”, mistura comédia e drama ao contar sua história de vida, refletindo sobre sua herança cultural e as dificuldades que enfrentou no Brasil dos anos 70. O monólogo inclui canções ao vivo e revela figuras importantes de sua trajetória. Harfouch destaca que a peça é um convite à reflexão sobre a aceitação de si mesmo, afirmando que “um nome nunca é só um nome, é uma jornada”.

Mouhamed Harfouch apresenta seu monólogo “Meu Remédio” no Teatro Vanucci, no Rio de Janeiro, de 12 a 27 de abril. O espetáculo, dirigido por João Fonseca, aborda temas como identidade e aceitação através de uma narrativa pessoal e emotiva.

Após o sucesso em Juiz de Fora, Minas Gerais, Harfouch explora sua história de vida, misturando comédia e drama. A peça reflete sobre sua herança cultural, destacando a relação com seu nome e as dificuldades enfrentadas no Brasil dos anos 70.

Com mais de 40 produções teatrais em seu currículo, Harfouch é conhecido por papéis em novelas como “Pé na Jaca” e “Amor à Vida”. Em “Meu Remédio”, ele se reinventa, apresentando um monólogo íntimo que inclui canções ao vivo, revelando figuras significativas de sua trajetória.

O ator enfatiza que o espetáculo é um convite à reflexão sobre a aceitação de si mesmo. “Um nome nunca é só um nome. É uma jornada,” afirma Harfouch, ressaltando a importância da arte como um meio de cura e autocompreensão.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais