Walton Ford está exibindo uma nova série de pinturas na Gagosian, em Nova York, até 19 de abril. As obras se concentram na Marchesa Luisa Casati e seus cheetahs, mostrando a vida extravagante e decadente dela. Em uma das pinturas, chamada La levata del sole, um cheetah ocupa o centro da cena, enquanto Casati aparece de forma secundária, com um olhar provocante. Ford é conhecido por reinterpretar ilustrações de história natural, trazendo uma crítica contemporânea. A Marchesa, uma herdeira de Milão, vivia cercada de animais exóticos e buscava transformar sua vida em uma obra de arte.
As pinturas são descritas como requintadas, com Ford utilizando aquarela para criar ilusões visuais impressionantes. Inicialmente, ele planejava fazer apenas uma pintura, mas acabou criando uma série. Cada obra tem um título em italiano, muitas vezes relacionado à literatura de Gabriele D’Annunzio, amante da Marchesa. A série retrata a beleza e a decadência, culminando em uma imagem onde Casati, envolta em uma píton, observa seus cheetahs em busca de comida, simbolizando um desejo que perdura. Ford imagina um mundo onde Casati ainda mantém seus cheetahs, refletindo tanto sua riqueza quanto suas perdas.
Walton Ford apresenta uma nova série de pinturas na Gagosian, em Nova York, até 19 de abril, com foco na Marchesa Luisa Casati e seus cheetahs. As obras, como La levata del sole e La Marchesa, exploram a decadência e a exuberância da vida da Marchesa, destacando a relação entre beleza e efemeridade. Em La levata del sole, um dos cheetahs ocupa o centro da cena, enquanto Casati, com um olhar provocante, é apenas um elemento do quadro.
O artista é conhecido por subverter ilustrações de história natural, trazendo um toque contemporâneo e crítico. Ford utiliza a estética de ilustrações do século dezoito e dezenove, mas infunde suas obras com ironia e tensão psicológica. A Marchesa, uma herdeira milanesa, buscou viver sua vida como uma obra de arte, cercada por animais exóticos, incluindo cheetahs e até cobras como acessórios.
As pinturas são descritas como objetos requintados, com Ford utilizando aquarela para criar ilusões de trompe-l’œil (ilusão de ótica). Inicialmente, ele planejava apenas uma obra, mas a inspiração o levou a expandir a série. Cada pintura tem um título em italiano, frequentemente relacionado à literatura de Gabriele D’Annunzio, amante da Marchesa, refletindo o movimento da decadência que caracterizou a época.
A série culmina em uma representação de Casati e seus cheetahs em um cenário de ruínas, onde a beleza se mistura à decadência. Em Desiderio infinito, a Marchesa, envolta em uma píton, observa seus animais em busca de restos de comida, simbolizando um desejo que transcende o tempo. Ford imagina um mundo onde Casati mantém seus cheetahs, simbolizando tanto a riqueza quanto a perda que marcaram sua vida.
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