A exposição “Latina. Mujer, música y glamour” foi aberta em 4 de abril na Casa de América e ficará até 5 de julho. A mostra tem mais de 500 peças que mostram a imagem das mulheres latinas no entretenimento, desde os anos 1920 até os anos 1980. Com curadoria de Andrea Pacheco e Tommy Meini, a exposição é dividida em cinco partes que falam sobre cantoras, atrizes e bailarinas, incluindo a comunidade queer, destacando nomes como Josephine Baker e Celia Cruz. Pacheco fala sobre a diversidade cultural e como a cultura é formada por várias influências. A mostra também discute como Hollywood se apropriou da música latina, mudando a imagem latina para se encaixar na visão americana. Além disso, há um espaço dedicado à comunidade queer, com foco em transformistas cubanas. A Coleção Gladys Palmera, que abriga a exposição, é um importante arquivo da música latina, reunido por Alejandra Fierro Eleta. A exposição não só traz figuras esquecidas, mas também promove uma reflexão sobre a memória sonora de uma diáspora e inclui atividades como cinema, oficinas e shows.
A exposição “Latina. Mujer, música y glamour” foi inaugurada em 4 de abril na Casa de América e ficará em cartaz até 5 de julho. A mostra reúne mais de 500 peças que retratam a imagem pública das mulheres latinas na indústria do espetáculo, abrangendo desde os anos 1920 até os anos 1980.
Com curadoria de Andrea Pacheco e Tommy Meini, a exposição é dividida em cinco capítulos que analisam o papel de cantoras, atrizes e bailarinas, incluindo a comunidade queer. Nomes como Josephine Baker, Carmen Miranda e Celia Cruz estão entre os destaques. Pacheco enfatiza a importância de reconhecer a diversidade cultural, afirmando que “toda cultura é feita de um mosaico de muitas coisas”.
A mostra também aborda a apropriação cultural pela indústria de Hollywood, que transformou a música latina em um produto comercial. Meini destaca que essa apropriação moldou a imagem latina segundo a visão americana. Além disso, a exposição presta homenagem à comunidade queer, com um espaço dedicado a transformistas cubanas.
A Coleção Gladys Palmera, que abriga a exposição, é um dos arquivos mais significativos da música popular latina, reunida por Alejandra Fierro Eleta ao longo de mais de duas décadas. A mostra não apenas resgata figuras esquecidas, mas também promove uma reflexão sobre a memória sonora de uma diáspora, acompanhada de atividades como cinema, oficinas e apresentações musicais.
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