As empresas que patrocinam o show de Lady Gaga na Praia de Copacabana, marcado para 3 de maio, não podem usar seu nome e imagem em suas campanhas. O contrato da artista proíbe associações diretas com os patrocinadores, que precisam de autorização para qualquer uso. Isso gerou estranhamento nas redes sociais, pois a divulgação parece menos intensa do que a do show de Madonna no ano passado, que teve acordos diretos com marcas como Itaú Unibanco e Heineken. Agora, a promoção do evento é feita principalmente pelo festival Todo Mundo no Rio, criado pela Prefeitura do Rio. As marcas patrocinadoras só podem mencionar Gaga de forma indireta, usando termos como “ela”, “mother” e “mamãe”. Até agora, não há acordos semelhantes aos de Madonna, o que limita a presença da artista nas ações promocionais.
As empresas patrocinadoras do megashow de Lady Gaga na Praia de Copacabana, marcado para 3 de maio, não podem usar seu nome e imagem em campanhas promocionais. O contrato da artista proíbe associações diretas com os patrocinadores, exigindo autorização prévia para qualquer uso.
Essa restrição gerou estranhamento nas redes sociais, onde o público nota uma divulgação menos intensa em comparação ao show de Madonna no ano anterior. Na ocasião, a artista teve acordos diretos com patrocinadores, como o Itaú Unibanco e a Heineken, que permitiram ações promocionais mais visíveis.
Atualmente, a divulgação do evento é feita principalmente pelo festival Todo Mundo no Rio, criado pela Prefeitura do Rio. As marcas patrocinadoras estão limitadas a menções indiretas, utilizando termos como “ela”, “mother” e “mamãe” em suas campanhas.
A estratégia de marketing inclui a substituição do nome de Gaga por alternativas visuais e textuais em outdoors e outros meios. Até o momento, não há acordos semelhantes aos realizados com Madonna, o que limita a presença da artista nas ações promocionais.
Entre na conversa da comunidade