No mês em que a TV Globo completa sessenta anos, novos livros investigam sua história. A emissora, criada por Roberto Marinho, passou por momentos importantes como a ditadura militar, a redemocratização e a pandemia de Covid-19. O jornalista Ernesto Rodrigues lançou um livro-reportagem em três volumes, sendo o primeiro, “Hegemonia”, já disponível, que analisa a relação da Globo com o regime militar. O segundo volume, “Concorrência”, que será lançado em breve, fala sobre a disputa da emissora por audiência contra canais como SBT e Record. O terceiro volume, “Metamorfose”, ainda não foi lançado e abordará as mudanças que a Globo enfrentou com a chegada da internet e do streaming. Além disso, a biblioteca pública de São Paulo comemora duzentos anos, com um acervo de mais de trezentos mil livros, incluindo obras raras. Entre os lançamentos literários, estão “Na Ponta da Língua”, de Caetano Galindo, que discute a língua portuguesa, “Alguém Sobrevive Nesta História”, de Felipe Poroger, que fala sobre um adolescente privilegiado, e “Aula de Teatro”, de Nick Drnaso, que questiona a influência de líderes carismáticos.
No mês em que a TV Globo completa sessenta anos, novos livros investigam sua história. A emissora, fundada por Roberto Marinho, enfrentou períodos como a ditadura militar, a redemocratização e a pandemia de Covid-19. O jornalista Ernesto Rodrigues lança um livro-reportagem em três volumes, com o primeiro, “Hegemonia”, já disponível. Ele analisa a relação da Globo com o regime militar, caracterizada como uma “subserviência imposta”.
O segundo volume, “Concorrência”, será lançado em breve e explora a disputa da emissora por audiência contra canais como SBT e Record. O crítico Mauricio Stycer destaca que, nesse período, a Globo apoiou a transição democrática, mas também defendeu seus interesses políticos. O terceiro volume, “Metamorfose”, ainda inédito, abordará as mudanças enfrentadas pela emissora com a chegada da internet e do streaming.
Além disso, a biblioteca pública de São Paulo celebra duzentos anos de história, tendo sido inaugurada em 1825. Com um acervo de mais de trezentos mil livros, incluindo obras raras, a biblioteca é um marco cultural da cidade. O evento destaca a importância da preservação da literatura e do acesso à informação.
Entre os lançamentos literários, “Na Ponta da Língua”, de Caetano Galindo, discute a língua portuguesa, enquanto “Alguém Sobrevive Nesta História”, de Felipe Poroger, apresenta a vida de um adolescente privilegiado. Também se destaca “Aula de Teatro”, de Nick Drnaso, que questiona a influência de líderes carismáticos.
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