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“Carne viva” provoca reflexões sobre opressão feminina em montagem no Sesc 24 de Maio

"Carne Viva", de Luh Maza, explora a opressão feminina em um cenário sombrio e poético. Em cartaz no Sesc 24 de Maio até 20 de abril, a peça provoca reflexões sobre a condição da mulher na sociedade patriarcal.

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A peça “Carne Viva”, escrita e dirigida por Luh Maza, está em cartaz no Sesc 24 de Maio até 20 de abril. O espetáculo aborda a opressão das mulheres em uma sociedade patriarcal, misturando lirismo e questões sociais. A história, que foi escrita quando Maza tinha 16 anos, é interpretada por três atrizes: Christiane Tricerri, Mawusi Tulani e Tenca Silva. A trama gira em torno de uma mulher sem nome que, ao preparar uma refeição, tem um delírio que a faz se ver como Jesus Cristo, levando a uma reflexão sobre sua vida. O cenário é minimalista, com uma mesa grande que simboliza a opressão da protagonista, e a iluminação e figurinos criam uma atmosfera sombria. A peça é considerada uma tragédia moderna, explorando temas de livre arbítrio e destino, e provoca estranhamento no público com seu texto poético. “Carne Viva” é uma obra que exige reflexão sobre o papel da mulher na sociedade atual.

O espetáculo “Carne Viva”, escrito e dirigido por Luh Maza, está em cartaz no Sesc 24 de Maio até 20 de abril. A peça aborda a opressão feminina em uma sociedade patriarcal, utilizando uma narrativa que mistura lirismo e questões sociais. As apresentações ocorrem em diferentes horários, com ingressos variando de R$ 18 a R$ 60.

A peça, que celebra os 20 anos de carreira de Maza, foi escrita quando a autora tinha apenas 16 anos. Concebida como um monólogo, a história é interpretada por três atrizes: Christiane Tricerri, Mawusi Tulani e Tenca Silva. A trama gira em torno de uma mulher sem nome que, ao preparar uma refeição, tem um delírio que a faz se ver como Jesus Cristo, levando a uma reflexão intensa sobre sua vida.

O cenário é minimalista, com uma mesa grande que simboliza a opressão vivida pela protagonista. A iluminação e os figurinos, inspirados na era vitoriana, criam uma atmosfera sombria e opressiva. A encenação é marcada por uma fluidez nas interpretações, conferindo unidade à personagem, que transita entre a cozinha e a sala de jantar.

A peça é descrita como uma tragédia moderna, explorando temas de livre arbítrio e destino. O texto poético provoca estranhamento no público, enquanto a ambientação e os recursos sonoros intensificam a sensação de um pesadelo. “Carne Viva” se destaca como uma obra que exige reflexão e provoca discussões sobre o papel da mulher na sociedade contemporânea.

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