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Cassiano: o gênio esquecido da soul music brasileira e seu legado inédito

Cassiano, ícone do soul brasileiro, é redescoberto com gravações inéditas e um disco de 1978, revelando seu legado musical esquecido.

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Gravações inéditas do cantor e compositor brasileiro Cassiano foram recentemente descobertas, incluindo um disco de 1978 que ainda não está completo. Esse material, que também contém fitas e composições que nunca foram lançadas, reacende o interesse pela sua obra, que enfrentou muitos desafios na indústria musical. Cassiano, que faleceu em 2021, é considerado um ícone do soul e da black music no Brasil, mas sua carreira foi marcada por dificuldades e falta de reconhecimento. O acervo inédito, que está com sua família e amigos, é descrito como um “baú do tesouro” por William Magalhães, líder da banda Black Rio, que elogia a qualidade musical de Cassiano. O produtor Paulo Junqueiro, da Sony, mostrou interesse em finalizar o disco de 1978, mas a falta de créditos para os músicos que participaram das gravações é um obstáculo. A filha de Cassiano, Clara, acredita que é importante lançar esse material, mesmo que seu pai não estivesse animado com a ideia. O legado de Cassiano continua a ser redescoberto por novas gerações, com muitos ouvindo suas músicas nas plataformas de streaming.

Gravações inéditas de Cassiano, cantor e compositor brasileiro, foram recentemente descobertas, incluindo um disco de 1978 que permanece incompleto. O acervo, que inclui fitas e composições não lançadas, reacende o interesse por sua obra, que foi marcada por dificuldades na indústria musical.

Cassiano, falecido em 2021, é reconhecido como um ícone do soul e black music no Brasil. Sua carreira, embora cultuada, foi marcada por desafios, incluindo a falta de reconhecimento e oportunidades. O material inédito, que inclui gravações caseiras e demos, está em posse da família e de amigos próximos.

William Magalhães, líder da banda Black Rio, descreve o acervo como um “baú do tesouro”, contendo composições e gravações que nunca foram ouvidas. Ele destaca a genialidade de Cassiano, afirmando que “nunca fez nada ruim, musicalmente falando”. O produtor Paulo Junqueiro, da Sony, expressou interesse em finalizar o disco de 1978, mas a falta de créditos aos músicos envolvidos é um obstáculo.

Cassiano, que teve uma carreira solo de sucesso nos anos 1970, enfrentou dificuldades financeiras e criativas nas décadas seguintes. Sua filha, Clara, reconhece a importância de lançar o material inédito, mesmo que seu pai não estivesse empolgado com a ideia. O legado de Cassiano continua a ser redescoberto por novas gerações, com milhões de plays nas plataformas de streaming.

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