O documentário “Meu tempo é agora”, dirigido por Sandra Werneck, mostra histórias de mulheres com mais de 70 anos, como Marieta Severo, Zezé Motta e Conceição Evaristo. Elas falam sobre suas vidas, desde a infância até o presente, e compartilham suas esperanças para o futuro. Marieta Severo destaca a importância de cuidar da saúde mental, dizendo que se preocupa mais com seus neurônios do que com suas rugas. O filme também conta com a participação de Iole de Freitas e Margareth Dalcomo, formando um grupo forte que representa a sabedoria das mulheres mais velhas. O lançamento do documentário busca celebrar essas histórias e abrir um debate sobre o envelhecimento e os desafios que essas mulheres enfrentam.
O documentário “Meu tempo é agora”, dirigido por Sandra Werneck, destaca histórias de mulheres com mais de 70 anos, incluindo Marieta Severo, Zezé Motta e Conceição Evaristo. O filme explora suas experiências de vida e reflexões sobre o futuro.
As participantes compartilham relatos desde a infância até a atualidade, refletindo sobre suas trajetórias e aspirações. Marieta Severo, por exemplo, enfatiza a importância de cuidar da saúde mental, afirmando: “Eu me preocupo muito com os meus neurônios, muito mais do que com minhas rugas.”
Além de Severo, o documentário conta com a participação de outras figuras notáveis, como Iole de Freitas e Margareth Dalcomo. Juntas, elas formam um time imbatível que representa a força e a sabedoria das mulheres mais velhas na sociedade contemporânea.
O lançamento do documentário visa não apenas celebrar essas histórias, mas também provocar uma discussão sobre o envelhecimento e os desafios enfrentados por mulheres nessa faixa etária. A obra promete inspirar e gerar reflexões sobre a vida e o legado que cada uma delas deixa.
Entre na conversa da comunidade