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DJ Patife retorna ao Rio após 15 anos e celebra a nova onda do drum’n’bass no mundo

DJ Patife retorna ao Rio após quase uma década, equilibrando a música com a nova carreira de motorista de caminhão e preparando novos projetos.

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DJ Patife, um famoso DJ de drum’n’bass no Brasil, vai voltar ao Rio de Janeiro após 15 anos. Ele se apresentará no festival Doce Maravilha no dia 27 de setembro de 2025, no Jockey Club. Patife é conhecido por misturar ritmos brasileiros com influências britânicas e suas músicas ganharam reconhecimento internacional, especialmente entre novos artistas, como a cantora britânica Nia Archives. Além de sua carreira musical, Patife também trabalha como motorista de caminhão, uma atividade que ele gosta e que tem ajudado sua criatividade musical. Ele faz cerca de dez a doze shows por ano e planeja voltar a produzir música em breve, já que há uma demanda crescente por seu trabalho. Patife vive em Portugal desde 2017 e continua equilibrando sua paixão pela música com sua nova profissão.

DJ Patife, um dos ícones do drum’n’bass no Brasil, retornará ao Rio de Janeiro após 15 anos de ausência. Ele se apresentará no festival Doce Maravilha, que ocorrerá no 27 de setembro de 2025, no Jockey Club. O artista, que mistura ritmos brasileiros com influências britânicas, é reconhecido por sua contribuição ao gênero.

A volta de Patife ocorre em um momento em que sua música ganha destaque internacional, especialmente entre novas gerações de artistas. A cantora britânica Nia Archives, por exemplo, é uma das que se inspiram em seu trabalho, tendo recebido três indicações ao Brit Awards. Patife, que agora tem 48 anos, se destaca por suas produções que se tornaram clássicos nas pistas, como “Só tinha que ser com você” e “Sambassim”.

Atualmente, Patife também atua como motorista de caminhão, uma atividade que ele abraçou por vocação. Ele relata que essa nova experiência tem contribuído para sua criatividade musical, permitindo-lhe explorar novos estilos enquanto viaja pelas estradas da Europa. “Ser motorista está me tornando o melhor DJ”, afirma, destacando a importância da solitude para sua reflexão musical.

Apesar de ter se afastado das grandes apresentações, Patife mantém sua carreira viva com cerca de dez a doze shows por ano. Ele planeja retomar a produção musical em breve, já que a demanda por seu trabalho tem crescido. O artista, que vive em Portugal desde 2017, continua a equilibrar sua paixão pela música com sua nova profissão, mantendo-se conectado às suas raízes.

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