Marco Calvani, um diretor italiano casado com Marco Pigossi, lançou seu primeiro longa-metragem chamado “Maré Alta”. O filme fala sobre a vida dos imigrantes nos Estados Unidos durante o governo de Donald Trump, focando nas dificuldades enfrentadas por imigrantes ilegais. Calvani, que se identifica como um imigrante gay, expressou sua preocupação com a situação atual e disse que se sente pessoalmente atacado. Ele acredita que é importante resistir ao que considera um regime fascista. No filme, Pigossi interpreta Lourenço, um brasileiro que se muda para os EUA e enfrenta incertezas enquanto trabalha como limpador de casas e lida com um relacionamento complicado. “Maré Alta” foi exibido pela primeira vez na Europa no Festival de Cinema LGBTQIA+ de Londres e também no GLAAD Awards em Los Angeles. Calvani e Pigossi moram em Los Angeles desde 2018 e o filme também foi apresentado no Festival do Rio de 2024.
Marco Calvani, diretor italiano e casado com Marco Pigossi, lançou seu primeiro longa-metragem, “Maré Alta”, no mês passado. O filme retrata a realidade dos imigrantes nos Estados Unidos sob o governo de Donald Trump, abordando as severas políticas contra imigrantes ilegais.
Em entrevista, Calvani expressou sua indignação com a situação atual, afirmando: “Estou extremamente horrorizado com a situação, sou um imigrante gay e me sinto atacado pessoalmente.” Ele destacou a importância de resistir a um regime que considera fascista e mencionou seu compromisso em proteger aqueles que precisam de ajuda.
No filme, Pigossi interpreta Lourenço, um brasileiro que se muda para os Estados Unidos e enfrenta incertezas como imigrante ilegal. O protagonista trabalha limpando residências e vive um relacionamento complicado com seu ex-namorado americano. O longa foi exibido pela primeira vez na Europa no Festival de Cinema LGBTQIA+ de Londres e, posteriormente, no GLAAD Awards, em Los Angeles.
Calvani e Pigossi residem em Los Angeles desde dois mil e dezoito. “Maré Alta” também foi apresentado no Festival do Rio de dois mil e vinte e quatro, ampliando a visibilidade da luta dos imigrantes e das questões sociais abordadas na obra.
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