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Museu de Arte de São Paulo inaugura nova unidade e amplia capacidade de exposições em 66%

Nova unidade do MASP, inaugurada em 28 de outubro, amplia exposições e celebra artistas como Renoir e Isaac Julien. Um marco para a cultura brasileira.

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O Museu de Arte de São Paulo (MASP) inaugurou sua nova unidade em 28 de outubro, aumentando sua capacidade de exposição em 66%. O novo prédio, que fica ao lado da construção original de 1968, tem mais de 7.800 metros quadrados e inclui espaços para eventos e um laboratório de conservação. Heitor Martins, presidente do MASP, afirmou que essa nova unidade é uma conquista para a sociedade e um sinal de esperança para o Brasil. O diretor de experiência, Paulo Vicelli, destacou que o projeto respeita a arquitetura de Lina Bo Bardi, incorporando elementos como o piso de basalto. A nova unidade permitirá ao MASP mostrar um acervo que não era exibido em conjunto há mais de cinco anos. O projeto custou R$ 250 milhões, financiados por doações e leis de incentivo, sendo a maior operação de filantropia do Brasil. A inauguração trouxe cinco novas exposições, incluindo uma sobre Pierre-Auguste Renoir e outra que homenageia Lina Bo Bardi, com uma videoinstalação de Isaac Julien, que expressou sua alegria em trazer o projeto de volta ao Brasil.

O Museu de Arte de São Paulo (MASP) inaugurou sua nova unidade em 28 de outubro, ampliando a capacidade de exposição em 66%. O novo prédio, que se junta à construção original de 1968 de Lina Bo Bardi, possui mais de 7.800 metros quadrados e inclui espaços para eventos e um laboratório de conservação.

Heitor Martins, presidente do MASP, destacou que a nova unidade é uma conquista da sociedade e um sinal de confiança no futuro do Brasil. O diretor de experiência e comunicação, Paulo Vicelli, ressaltou a ousadia do projeto, que respeita a arquitetura de Lina Bo Bardi, incorporando elementos como o piso de basalto da unidade histórica.

O novo espaço permitirá ao MASP exibir um acervo que não era visto em conjunto há mais de cinco anos. Adriano Pedrosa, diretor artístico, afirmou que a nova unidade é uma oportunidade de apresentar o acervo completo. O projeto custou R$ 250 milhões, financiados por doações e leis de incentivo, sendo a maior operação de filantropia no Brasil.

A inauguração foi acompanhada por cinco novas exposições, incluindo uma dedicada a Pierre-Auguste Renoir e outra que homenageia Lina Bo Bardi, com uma videoinstalação de Isaac Julien. O artista expressou sua satisfação em trazer o projeto de volta ao Brasil, onde a obra de Lina teve origem.

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