Ailton Graça, ator conhecido por seu trabalho na Globo, está de volta ao teatro com a peça “Gente é Gente?!”, que está em cartaz no Sesc Vila Mariana. A peça, dirigida por Marco Antônio Rodrigues, é uma adaptação de Bertold Brecht e fala sobre identidade e subjetividade no Brasil atual. A história segue Gesualdo Brilhante, um motorista de aplicativo que perde sua identidade ao ser cooptado para substituir um militar. O projeto começou durante a pandemia e reflete as mudanças sociais e políticas do momento, com uma trilha sonora que mistura samba e outros ritmos. Graça, que também grava para uma nova novela da Globo, destaca a importância do teatro como uma forma de arte essencial. Além de atuar, ele preside a Lavapés Pirata Negro, uma escola de samba que busca apoiar jovens marginalizados. A peça aborda questões contemporâneas, como a transformação da identidade e o trabalho informal, e está em cartaz até 4 de maio, com sessões de quarta a domingo.
Ailton Graça, ator conhecido por seu trabalho na Globo, retorna ao teatro com a peça “Gente é Gente?!”, que está em cartaz no Sesc Vila Mariana. A peça, dirigida por Marco Antônio Rodrigues, é uma adaptação de Bertold Brecht e explora temas de identidade e subjetividade no Brasil contemporâneo.
A trama gira em torno de Gesualdo Brilhante, um motorista de aplicativo que é cooptado para substituir um militar, perdendo sua identidade no processo. O projeto surgiu durante a pandemia e reflete sobre a transformação social e política atual, com uma trilha sonora que inclui samba e outros ritmos. Rodrigues e Zeca Baleiro, responsável pela música, buscam questionar a divisão da sociedade e a perda da capacidade de imaginar.
Graça, que também está gravando para a nova novela da Globo, destaca a importância do teatro como uma arte fundamental. Ele enfatiza que “o teatro é a arte primeira”, que deu origem a outras formas de expressão. Além de atuar, Graça preside a Lavapés Pirata Negro, uma escola de samba que visa promover a cultura e a formação de jovens marginalizados.
A peça não é panfletária, mas aborda questões relevantes da vida contemporânea, como a transformação da identidade e o trabalho “uberizado”. Graça relaciona seu personagem com o bolsonarismo e a realidade de muitos que se sentem à margem da sociedade. O espetáculo está em cartaz até 4 de maio, com sessões de quarta a domingo.
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