A exposição “Carlos Zilio – A Querela do Brasil” está no Itaú Cultural e mostra a trajetória do artista brasileiro, que foi preso em 1970. Curada por Paulo Myada, a mostra explora a ligação entre arte e política, abordando temas como alienação e violência. Zilio começou sua carreira fazendo arte política e usou a obra “marmita” para criticar a massificação no capitalismo. Após um período sem criar na prisão, ele voltou a desenhar, influenciado pela Nova Figuração, e produziu trinta obras que refletem sua experiência no cárcere. A exposição também inclui trabalhos que tratam de questões existenciais e políticas, como objetos de tortura e autorretratos. Zilio, que ajudou a fundar a revista “Malasartes”, buscou revitalizar a arte brasileira e questionar o mercado de arte decorativa. Com o tempo, sua produção evoluiu, refletindo sobre identidade e autenticidade na arte. A última pintura da mostra, “Ausência”, indica uma nova fase do artista, marcada pela abstração geométrica. A exposição pode ser visitada até seis de julho, com entrada gratuita.
A exposição “Carlos Zilio – A Querela do Brasil” está em cartaz no Itaú Cultural, destacando a trajetória do artista brasileiro, que foi preso em março de mil novecentos e setenta. A mostra, curada por Paulo Myada, explora a relação entre arte e política, refletindo sobre alienação e violência.
Zilio, que começou sua carreira com arte política, utilizou a obra “marmita” como um panfleto visual, criticando a massificação no sistema capitalista. Após um período de silêncio criativo na prisão, ele retornou ao desenho, influenciado pela Nova Figuração, e produziu trinta obras que expressam sua vivência no cárcere.
A exposição também apresenta obras que abordam questões existenciais e políticas, como objetos de tortura e autorretratos. Zilio, um dos fundadores da revista “Malasartes”, buscou revitalizar a arte brasileira, propondo uma política cultural que questionasse o mercado dominado por arte decorativa.
Nos anos seguintes, sua produção evoluiu, refletindo sobre identidade e autenticidade na arte brasileira. A última pintura da mostra, “Ausência”, sugere uma nova fase estética, marcada pela abstração geométrica. A exposição pode ser visitada até seis de julho, com entrada gratuita.
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