A Fundação Paulo Coelho e Christina Oiticica vai abrir um novo espaço de exposições em Genebra em maio. A primeira mostra se chama “Dichotomie” e traz obras de Christina e Txa Txu Pataxó, além de fotos de Sergio Zalis. As telas foram criadas entre a Suíça e a Bahia, com Pataxó fazendo intervenções artísticas em sua aldeia. As obras de Christina foram enviadas da Europa para o Brasil, onde ficaram enterradas por um ano em Mãe Barra Velha. Essa técnica é parte do estilo de Christina, que já enterrou obras em vários lugares, como na Amazônia e no Caminho de Santiago de Compostela. A exposição também mostrará imagens tiradas por Sergio Zalis no Rio de Janeiro e na Holanda. Christina é conhecida por sua ligação com a natureza e a cultura local, usando a terra em sua arte. A mostra “Dichotomie” representa a união de diferentes culturas e a colaboração entre artistas de diferentes origens. A inauguração do espaço em Genebra é um passo importante para a fundação, que quer promover a arte contemporânea e a troca cultural. A exposição deve atrair visitantes interessados na relação entre arte, natureza e identidade cultural.
A Fundação Paulo Coelho e Christina Oiticica inaugurará seu espaço de exposições em Genebra em maio. A primeira mostra, intitulada “Dichotomie”, reunirá obras de Christina e Txa Txu Pataxó, além de fotografias de Sergio Zalis. As telas foram criadas entre a Suíça e a Bahia, com intervenções artísticas realizadas por Pataxó em sua aldeia.
As obras de Christina foram enviadas da Europa para o Brasil, onde foram enterradas por um ano em Mãe Barra Velha. Essa prática reflete a abordagem da artista em LandArt, que já enterrou obras em locais como a Amazônia e o Caminho de Santiago de Compostela. A exposição também incluirá imagens capturadas por Sergio Zalis no Rio de Janeiro e na Holanda.
Christina Oiticica é reconhecida por sua conexão com a natureza e a cultura local, utilizando a terra como parte de sua expressão artística. A mostra “Dichotomie” simboliza a fusão de diferentes universos culturais, destacando a colaboração entre artistas de contextos distintos.
A inauguração do espaço em Genebra marca um novo capítulo para a fundação, que busca promover a arte contemporânea e a interação cultural. A exposição promete atrair visitantes interessados na intersecção entre arte, natureza e identidade cultural.
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