A Conductor é uma nova feira de arte que será lançada em 2025, com apoio da Powerhouse Arts, e terá foco em artistas e galerias do Global Majority, que inclui comunidades de várias partes do mundo. O evento fará um pré-lançamento de 7 a 11 de maio de 2025, no espaço da Powerhouse Arts, em Gowanus, Nova York. A feira busca diminuir as barreiras de entrada para artistas e galerias que enfrentam dificuldades no mercado de arte da cidade. Entre os artistas que participarão estão Amanda Phingbodhipakkiya, Khaled Jarrar, Modupeola Fadugba e o coletivo brasileiro MAHKU. A diretora curatorial, Adriana Farietta, afirma que a Conductor quer não apenas representar esses artistas, mas também redistribuir oportunidades, criando um espaço acessível para galerias emergentes. Eric Shiner, presidente da Powerhouse Arts, destaca que a feira permitirá que os artistas fabriquem suas obras no local, o que ajuda a evitar altos custos de envio. Isso facilita a apresentação de novas criações a preços acessíveis. A Powerhouse Arts já testou seu espaço com a Brooklyn Fine Art Print Fair, que teve boa participação. O sucesso da Conductor dependerá do apoio de colecionadores e do público.
A Conductor, nova feira de arte apoiada pela Powerhouse Arts, será lançada em 2025 com foco em artistas e galerias do Global Majority. O evento terá um pré-lançamento de sete a onze de maio de 2025 no espaço da Powerhouse Arts, em Gowanus, Nova York. O objetivo é reduzir as barreiras de entrada para artistas e galerias que historicamente enfrentam dificuldades no circuito de arte da cidade.
A feira contará com obras de artistas como Amanda Phingbodhipakkiya, Khaled Jarrar, Modupeola Fadugba e o coletivo brasileiro MAHKU. A diretora curatorial, Adriana Farietta, destaca que a Conductor busca redistribuir oportunidades e não apenas representar esses artistas. A proposta é criar um espaço mais acessível, onde galerias emergentes possam participar sem as altas taxas comuns em feiras tradicionais.
Eric Shiner, presidente da Powerhouse Arts, enfatiza que a feira permitirá que artistas fabriquem suas obras no local, evitando custos elevados de envio e alfândega. Essa abordagem não só reduz despesas, mas também possibilita que os artistas apresentem novas criações a preços acessíveis. A instalação de Phingbodhipakkiya, por exemplo, será feita em colaboração com a equipe de arte pública da Powerhouse.
A Powerhouse Arts já testou seu espaço como local de feiras, com a Brooklyn Fine Art Print Fair atraindo mais de seiscentas pessoas em sua estreia. A Conductor se posiciona como uma alternativa viável em um mercado saturado, mas seu sucesso dependerá da presença de colecionadores e do interesse do público em apoiar essa nova iniciativa.
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