Há 14 anos, Lady Gaga lançou a música “Judas”, que gerou polêmica por suas referências a Judas Iscariotes e Maria Madalena. O clipe foi lançado uma semana antes da Páscoa e recebeu críticas de grupos religiosos, que o consideraram blasfemo. Bill Donahue, da Liga Católica, disse que Gaga estava tentando chocar os cristãos com suas roupas de freira e uma cena em que engole um rosário. A diretora criativa da cantora, Laurieann Gibson, defendeu a música, afirmando que ela fala sobre a luta entre a opressão e a busca pela luz. Fãs relembraram a controvérsia nas redes sociais, comparando-a com o clipe “Like a Prayer” de Madonna, que também enfrentou críticas por temas religiosos. A data de lançamento de “Judas” foi celebrada, trazendo à tona discussões sobre liberdade artística e religião.
Há 14 anos, Lady Gaga lançou “Judas”, o segundo single do álbum *Born This Way*, gerando polêmica por suas referências a Judas Iscariotes e Maria Madalena. O clipe, que estreou uma semana antes da Páscoa, foi alvo de críticas de grupos religiosos, que alegaram blasfêmia.
Bill Donahue, presidente da Liga Católica para Direitos Civis e Religiosos, chamou o lançamento de uma “manobra de marketing”. Ele afirmou que Gaga busca chocar católicos e cristãos, mencionando suas vestimentas de freira e a cena em que engole um rosário.
A diretora criativa da artista, Laurieann Gibson, defendeu a canção, afirmando que “Judas” não é ofensivo. Segundo ela, a música aborda a luta entre a opressão e a busca pela luz, enfatizando a inspiração e a resiliência. As letras refletem essa dualidade, com trechos que falam sobre amor e traição.
Fãs relembraram a controvérsia nas redes sociais, comparando-a com o clipe “Like a Prayer” de Madonna, que também enfrentou críticas por suas referências religiosas. A data de lançamento de “Judas” foi celebrada, reavivando discussões sobre a liberdade artística e a relação com a religião.
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