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Patrick Bringley transforma luto em arte em sua adaptação teatral de ‘All the Beauty in the World’

Patrick Bringley transforma sua experiência como segurança no Metropolitan Museum of Art em um espetáculo solo, promovendo a contemplação da arte.

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Patrick Bringley, ex-editor da New Yorker, transformou seu livro “All the Beauty in the World” em um espetáculo solo no teatro, onde conta suas experiências como segurança no Metropolitan Museum of Art. Após perder seu irmão para o câncer, ele passou dez anos no museu buscando consolo nas artes e defendendo a importância da contemplação. Sua obra, lançada em 2023, sugere que as pessoas façam uma pausa na rotina agitada, semelhante ao que propõe Jenny Odell, mas com um foco maior na reverência às obras de arte. O espetáculo, que vai até 18 de maio, tem duração de oitenta minutos e resume suas reflexões. Durante a apresentação, Bringley assume a postura de um guarda e compartilha curiosidades sobre sua rotina, como o “hose allowance” de 80 dólares para meias. Ele menciona que muitos colegas têm histórias de vida variadas, desde motoristas de táxi até professores. A peça inclui projeções de obras de arte de artistas como Titian e Bruegel, destacando a beleza e a história delas. Embora a entrega de Bringley seja bem ensaiada, a interação com o público pode parecer um pouco forçada, pois ele convida espectadores a representar tipos de visitantes do museu, o que pode interromper o fluxo da narrativa. Apesar de não provocar grandes epifanias, o espetáculo convida à apreciação tranquila da arte.

Patrick Bringley, ex-editor da New Yorker, adaptou seu livro All the Beauty in the World para um espetáculo solo no teatro, onde narra suas experiências como segurança no Metropolitan Museum of Art. A peça destaca a importância da contemplação após a perda de seu irmão para o câncer.

Bringley trabalhou por dez anos no museu, buscando consolo nas artes. Sua obra, lançada em 2023, defende uma pausa na produtividade, semelhante ao livro de Jenny Odell, mas com foco na reverência às obras de arte. O espetáculo, que se apresenta até 18 de maio, resume suas reflexões em uma performance de oitenta minutos.

Durante a peça, Bringley assume a postura de um guarda, compartilhando detalhes curiosos de sua rotina, como o “hose allowance” de R$ 80,00 para meias. Ele menciona que muitos colegas têm trajetórias diversas, desde motoristas de táxi até professores. A apresentação inclui projeções de obras de arte, como as de Titian e Bruegel, enfatizando a beleza e a história por trás delas.

Embora a entrega de Bringley seja polida, a interação com o público pode parecer ensaiada. Ele convida espectadores a representar tipos de visitantes do museu, mas isso pode interromper o fluxo da narrativa. Apesar de não alcançar epifanias profundas, o espetáculo oferece um convite à apreciação calma da arte.

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