O filme “Pecadores”, dirigido por Ryan Coogler e estrelado por Michael B. Jordan, arrecadou US$ 48 milhões em seu final de semana de estreia nos Estados Unidos, superando a expectativa de US$ 30 milhões. Essa foi a maior abertura de um filme original desde o início da pandemia. O filme mistura mitologia vampírica com a cena de blues dos anos 1930 e gerou discussões sobre as cláusulas inovadoras que Coogler negociou com a Warner Bros. Ele garantiu controle criativo sobre o filme, definiu o corte que seria exibido e receberá uma parte da bilheteira já no primeiro dia, algo raro na indústria. Além disso, Coogler terá os direitos do filme de volta após 25 anos. Essas condições ajudaram a resolver disputas em torno do projeto, que chamou a atenção de estúdios como Sony e Universal. O roteiro, que começou a circular em 2023, se destacou por abordar temas de racialidade e gêneros como o terror. Coogler se junta a Quentin Tarantino, que fez acordos semelhantes em 2017.
Em seu final de semana de estreia, “Pecadores” arrecadou US$ 48 milhões nos Estados Unidos, superando as expectativas do mercado, que projetava US$ 30 milhões. O filme, dirigido por Ryan Coogler e estrelado por Michael B. Jordan, alcançou a maior abertura de um filme original desde o início da pandemia de COVID-19.
O projeto, que mistura mitologia vampírica com a cena de blues dos anos 1930, também gerou discussões sobre as cláusulas inovadoras negociadas entre Coogler e a Warner Bros.. Segundo informações do The Hollywood Reporter e da Vulture, essas cláusulas têm causado inquietação entre outros estúdios de Hollywood.
Entre os termos do acordo, Coogler garantiu controle criativo sobre a produção e definiu o corte que seria exibido nos cinemas. Além disso, ele receberá uma porcentagem da bilheteira já no primeiro dia de lançamento, algo incomum na indústria, onde os cineastas costumam receber apenas após a arrecadação gerar lucro. O diretor também assegurou a reversão total dos direitos sobre o filme após 25 anos de seu lançamento, uma prática rara em grandes produções.
Essas condições foram fundamentais para resolver disputas em torno do projeto, que atraiu a atenção de estúdios como Sony e Universal. O roteiro começou a circular em 2023 e se destacou pela originalidade ao abordar temas de racialidade e gêneros como o terror. Coogler se junta a Quentin Tarantino, que em 2017 também negociou termos semelhantes para o retorno dos direitos de “Era Uma Vez em… Hollywood” após 30 anos.
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