Beth Jobim, artista de sessenta e sete anos, inaugura hoje duas exposições no centro cultural do Cosme Velho: a individual “A inconstância da forma” e a coletiva “Entre olhares”. A mostra individual traz mais de setenta obras de sua carreira, que abrange quatro décadas, e inclui trabalhos desde os anos 1980. Na coletiva, as obras de Jobim dialogam com o acervo da Casa Roberto Marinho e incluem peças de outros artistas. Jobim também apresenta obras imersivas, como um mural de trinta e dois metros e uma instalação em azul ultramar, cor que marca sua produção. A artista menciona que a pandemia influenciou suas novas criações. As exposições estão abertas ao público a partir de hoje.
Beth Jobim inaugura exposições no Cosme Velho
A artista Elizabeth Jobim, conhecida como Beth Jobim, inaugura hoje, no centro cultural do Cosme Velho, duas exposições: a individual “A inconstância da forma” e a coletiva “Entre olhares”. A mostra individual apresenta mais de setenta obras que abrangem diferentes fases de sua carreira, que se estende por quatro décadas.
Na individual, com curadoria de Paulo Venancio Filho, estão obras desde os anos 1980, período em que Beth se destacou em mostras como o Salão Nacional de Artes Plásticas e a coletiva “Como vai você, Geração 80?”. A artista, de sessenta e sete anos, explora diversas técnicas, incluindo pintura, desenho, escultura e têxteis. “Meu trabalho nunca seguiu limites definidos entre o desenho e a pintura”, afirma Jobim.
Diálogo com a coleção
A coletiva “Entre olhares” estabelece um diálogo entre as obras de Jobim e o acervo da Casa Roberto Marinho. A curadoria inclui obras de artistas como Ione Saldanha, Iberê Camargo e Pancetti. O diretor da Casa, Lauro Cavalcanti, destaca que a exposição oferece uma nova visão sobre o acervo e instiga o público a perceber as conexões entre as obras.
Beth Jobim também apresenta obras imersivas, como “Endless lines”, um mural de trinta e dois metros de comprimento, e uma instalação em azul ultramar, cor característica de sua produção. A artista menciona que sua recente produção foi influenciada pela pandemia, permitindo-lhe explorar novas possibilidades criativas.
A exposição “A inconstância da forma” e a coletiva “Entre olhares” estão abertas ao público a partir de hoje, oferecendo uma rica experiência artística e um olhar renovado sobre a obra de Beth Jobim.
Entre na conversa da comunidade