Jason Citron, cofundador da Discord, deixou o cargo de CEO e foi substituído por Humam Sakhnini, que era vice-presidente da Activision. Essa mudança acontece enquanto a empresa se prepara para uma possível abertura de capital em 2025. Citron continuará no conselho e ajudará Sakhnini. A Discord, que tem mais de 200 milhões de usuários e foi avaliada em 15 bilhões de dólares em 2021, se destacou durante a pandemia. Sakhnini tem experiência significativa na indústria de jogos, incluindo a aquisição da Activision pela Microsoft por 69 bilhões de dólares em 2023. A Discord gera receita principalmente com assinaturas, mas também está explorando publicidade e microtransações.
Jason Citron, cofundador da Discord, renunciou ao cargo de CEO da plataforma, que se destaca como um dos principais aplicativos de bate-papo social, especialmente entre gamers. A mudança ocorre em um momento crucial, com a empresa se preparando para uma possível abertura de capital ainda em 2025. O novo CEO será Humam Sakhnini, ex-vice-presidente da Activision, que traz consigo uma vasta experiência de quinze anos na indústria de jogos.
A Discord, avaliada em US$ 15 bilhões em 2021, conta com mais de 200 milhões de usuários. Citron permanecerá no conselho da empresa e atuará como conselheiro de Sakhnini. Em comunicado, Citron destacou que a contratação de Sakhnini é um passo importante para a empresa, que busca se fortalecer antes da abertura de capital.
Sakhnini teve um papel significativo na Activision durante a aquisição da empresa pela Microsoft por US$ 69 bilhões em 2023. Citron, que fundou a Discord em 2015, já enfrentou questionamentos sobre segurança infantil online em audiências no Congresso dos Estados Unidos. A principal fonte de receita da Discord vem de assinaturas premium, mas a empresa também tem explorado publicidade e microtransações.
A mudança na liderança da Discord reflete a evolução da empresa, que se tornou especialmente popular durante a pandemia, quando o interesse por videogames cresceu. A Discord já havia considerado uma aquisição pela Microsoft em 2021, mas o acordo não se concretizou. A nova gestão busca consolidar a posição da plataforma no mercado antes da abertura de capital.
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