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Kneecap defende mensagens políticas em Coachella após críticas de Sharon Osbourne

Kneecap, grupo de hip-hop da Irlanda do Norte, enfrenta controvérsia após declarações anti-Israel no Coachella, gerando pedidos de revogação de vistos.

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Kneecap, um grupo de hip-hop da Irlanda do Norte, respondeu ao pedido de Sharon Osbourne para que seus vistos de trabalho nos Estados Unidos fossem revogados. A polêmica começou após a banda fazer declarações contra Israel durante sua apresentação no Coachella em abril de 2025. Mo Chara, um dos membros, disse que suas mensagens sobre a Palestina são parte de suas crenças desde o início da banda. Eles mencionaram que falam sobre a opressão na Palestina em todos os shows e projetaram frases como “Israel está cometendo genocídio contra o povo palestino” durante o festival, o que gerou apoio do público. Chara também comentou que não esperava que suas mensagens fossem censuradas na transmissão ao vivo. Osbourne criticou a politicização do festival, afirmando que a música deveria unir as pessoas e pediu a revogação do visto do grupo, preocupada com a mensagem que eles transmitiram. Essa situação acontece em um momento de tensão crescente no Oriente Médio, especialmente após um ataque do Hamas a civis israelenses em outubro de 2023, que levou a uma forte resposta militar de Israel. Kneecap, que planeja uma turnê pela América do Norte em outubro, continua a apoiar a Palestina, refletindo uma conexão histórica entre os povos da Irlanda do Norte e da Palestina.

O grupo de hip-hop da Irlanda do Norte, Kneecap, respondeu ao pedido de Sharon Osbourne para revogar seus vistos de trabalho nos Estados Unidos. A controvérsia surgiu após a banda fazer declarações anti-Israel durante sua apresentação no Coachella, em abril de 2025. Mo Chara, membro do grupo, afirmou que suas mensagens sobre a Palestina refletem suas crenças desde a formação da banda.

Kneecap destacou que abordam a questão da Palestina em todos os seus shows, mencionando que a opressão e a ocupação brutal da região duram há 77 anos. Durante o festival, a banda projetou frases como: “Israel está cometendo genocídio contra o povo palestino” e “F–k Israel; free Palestine”, o que gerou uma reação do público com gritos de apoio à Palestina. Chara comentou que a censura de suas mensagens na transmissão ao vivo do evento foi inesperada.

Osbourne criticou a politicização do festival, afirmando que a música deveria ser um meio de unir as pessoas, não um palco para discursos políticos. Ela pediu a revogação do visto do grupo, alegando que a presença deles comprometeu a integridade moral do evento. A artista, que possui raízes tanto na cultura irlandesa quanto na judaica, expressou preocupação com a mensagem que Kneecap transmitiu.

A situação ocorre em um contexto de crescente tensão no Oriente Médio, especialmente após o ataque do Hamas a civis israelenses em outubro de 2023, que resultou em uma resposta militar devastadora de Israel. Kneecap, que planeja uma turnê pela América do Norte em outubro, mantém sua posição de solidariedade com a Palestina, refletindo uma conexão histórica entre os povos da Irlanda do Norte e da Palestina.

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