Murilo Benício, que não atuava em novelas desde “Pantanal” em 2022, vai voltar à televisão em “Três Graças”, uma nova novela da Globo. Ele terá um papel principal e as gravações começam em julho, com estreia prevista para outubro. Este será o reencontro do ator com o autor Aguinaldo Silva, com quem não trabalhava há 32 anos. Benício começou sua carreira na Globo em “Fera Ferida”, em 1993, também escrita por Silva. O diretor Luiz Henrique Rios fez o convite, e o contrato deve ser assinado em breve. O elenco está quase fechado, com Barbara Reis e Sophie Charlotte já confirmadas. A trama vai contar a história de uma família que enfrenta dificuldades em um bairro pobre, envolvendo avó, mãe e neta, todas com experiências de maternidade na adolescência. Aguinaldo Silva retorna à TV após sair da Globo em 2020, e sua última novela, “O Sétimo Guardião”, foi considerada uma das piores do horário nobre. Durante a pandemia, suas obras foram reprisadas com sucesso, como “Império”, de 2014.
Murilo Benício, que não atuava em novelas desde “Pantanal” (2022), está prestes a retornar à televisão. O ator foi convidado para um papel principal em “Três Graças”, nova trama das nove da Globo, que substituirá “Vale Tudo”. As gravações devem começar em julho, com estreia prevista para outubro.
Este será o reencontro de Benício com o autor Aguinaldo Silva após 32 anos. O ator iniciou sua carreira na Globo em “Fera Ferida”, de mil novecentos e noventa e três, também escrita por Silva. O convite para “Três Graças” partiu do diretor Luiz Henrique Rios, e a assinatura do contrato deve ocorrer em breve.
O elenco da novela está em fase de fechamento, com nomes como Barbara Reis e Sophie Charlotte já confirmados. A trama abordará a vida de uma família que enfrenta dificuldades em um bairro pobre, composta por avó, mãe e neta, todas com experiências de maternidade na adolescência.
Aguinaldo Silva, que não trabalhava na televisão desde sua saída da Globo em dois mil e vinte, retorna com “Três Graças”. Sua última novela, “O Sétimo Guardião”, foi considerada uma das piores produções do horário nobre. Durante a pandemia, suas obras foram reprisadas com sucesso, como “Império”, de dois mil e quatorze.
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