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Academia do Oscar exige que eleitores assistam a todos os filmes indicados antes de votar

Academia do Oscar exige que eleitores assistam a todos os filmes indicados, gerando reações diversas na indústria cinematográfica.

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A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que organiza o Oscar, anunciou uma nova regra que exige que seus membros assistam a todos os filmes indicados em cada categoria antes de votar. Essa mudança, que visa garantir que os eleitores conheçam os filmes que estão avaliando, gerou reações variadas na indústria. O comediante Bruce Vilanch ficou surpreso ao saber que alguns membros não assistiam a todos os filmes e achou a nova regra engraçada. Por outro lado, o roteirista Skyler Higley criticou a exigência, chamando-a de “antiamericana”, e sugeriu que os votos deveriam ser baseados em preferências pessoais. Doug Benson, comediante e apresentador, considerou a regra “louca”, afirmando que muitos votantes estão ocupados demais para ver todos os filmes. Laurie Kilmartin, roteirista, lamentou a falta de dedicação de alguns membros. A nova regra será especialmente desafiadora na categoria de melhor filme, que agora tem dez indicados. Nas redes sociais, as reações foram mistas, com alguns questionando por que essa regra não foi implementada antes. A mudança também levantou críticas sobre a validade do sistema de votação, com a professora Racquel Gates apontando que muitos prêmios são decididos por campanhas de estúdios, e não pela qualidade dos filmes. Para garantir que a nova regra seja seguida, a Academia vai monitorar os filmes assistidos pelos membros em uma sala digital e exigirá que preencham um formulário sobre as obras vistas em outros locais. Se um membro não assistir a todos os filmes de uma categoria, não poderá votar nessa categoria. A Academia, que tem cerca de 10 mil membros, busca aumentar a responsabilidade dos eleitores.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou uma nova regra que exige que os membros assistam a todos os filmes indicados em cada categoria antes de votar no Oscar. A medida, divulgada nesta semana, visa garantir que os eleitores tenham conhecimento dos filmes que estão avaliando.

A mudança gerou reações diversas entre profissionais da indústria. O comediante Bruce Vilanch expressou surpresa ao descobrir que alguns membros não assistiam a todos os filmes, chamando a nova regra de “hilária”. O roteirista Skyler Higley criticou a exigência, considerando-a “antiamericana”, e sugeriu que os votos deveriam ser baseados em preferências pessoais.

Doug Benson, comediante e apresentador de podcast, considerou a regra “louca”, afirmando que muitos votantes estão ocupados demais para assistir a todos os filmes. Laurie Kilmartin, roteirista, lamentou que alguns membros não se dedicavam a ver os filmes para votar. A nova exigência será especialmente desafiadora na categoria de melhor filme, que agora conta com dez indicados.

A reação nas redes sociais foi mista, com alguns usuários questionando como a regra não havia sido implementada antes. O crítico de cinema Peter Howell comentou: “Levaram quase um século para fazer essa regra?”. A mudança também reacendeu críticas sobre a validade do sistema de votação, com a professora Racquel Gates destacando que muitos prêmios foram decididos com base em campanhas de estúdios, e não na qualidade dos filmes.

Para garantir a aplicação da nova regra, a Academia planeja monitorar os filmes assistidos pelos membros em uma sala de exibição digital e exigirá que preencham um formulário sobre as obras vistas em outros locais. Se um membro não assistir a todos os filmes de uma categoria, não poderá votar nessa categoria. A Academia, que atualmente conta com cerca de 10 mil membros, busca assim aumentar a responsabilidade dos eleitores.

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