Maria Fernanda Cândido vai estrear a peça “Balada Acima do Abismo” no dia 25 de janeiro no Teatro D-Jaraguá, em São Paulo. A peça é inspirada no poema “Visão de Clarice” de Carlos Drummond de Andrade e homenageia a escritora Clarice Lispector, que morreu em 1977. Cândido se apresenta com a pianista Sonia Rubinsky e a montagem inclui textos de Clarice, como o conto “As Águas do Mundo”, além de músicas de Villa-Lobos, Alberto Nepomuceno e Rachmaninoff. A atriz fala sobre a complexidade da personalidade de Lispector e como sua obra ainda é relevante hoje. A dramaturga Catarina Brandão adaptou o texto e a direção é de Gonzaga Pedrosa. A peça foi apresentada pela primeira vez em Paris, em 2021, e passou por uma temporada em Montmartre. Cândido, que vive na França há seis anos, comenta sobre a influência de Lispector e os desafios da tradução de suas obras. A peça ficará em cartaz até 9 de fevereiro, com apresentações de quinta a sábado às 20h e aos domingos às 19h, e os ingressos custam R$ 150,00.
Maria Fernanda Cândido estreia a peça “Balada Acima do Abismo” no dia 25 de janeiro no Teatro D-Jaraguá, em São Paulo. O espetáculo, inspirado no poema “Visão de Clarice” de Carlos Drummond de Andrade, homenageia a escritora Clarice Lispector, que faleceu em 1977. A atriz apresenta a obra ao lado da pianista Sonia Rubinsky.
A peça inclui textos de Clarice, como o conto “As Águas do Mundo”, e composições de Villa-Lobos, Alberto Nepomuceno e Rachmaninoff. Cândido destaca que a montagem busca compreender a complexidade da personalidade de Lispector. A dramaturga Catarina Brandão adaptou o texto, enquanto a direção é de Gonzaga Pedrosa.
“Balada Acima do Abismo” teve sua primeira apresentação em Paris, na Embaixada do Brasil, em 2021, e passou por uma temporada no espaço L’Accord Parfait em Montmartre. A atriz, que vive na França há seis anos, reflete sobre a influência de Lispector na atualidade. Para ela, a obra da escritora continua a ressoar, especialmente em tempos de incerteza.
Cândido menciona que a adaptação para o português traz desafios, pois a tradução pode alterar nuances da obra original. “Essas incomunicabilidades são parte da vida”, afirma. A atriz também observa que a redescoberta de Lispector em diferentes países reflete uma crescente valorização do feminino em um mundo predominantemente masculino.
A peça ficará em cartaz até 9 de fevereiro, com apresentações de quinta a sábado às 20h e aos domingos às 19h. Os ingressos custam R$ 150,00.
Entre na conversa da comunidade