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Oscar Murillo promove intervenção artística coletiva na avenida Paulista durante Bienal

Oscar Murillo traz a intervenção "Social Mapping" à Bienal de São Paulo, convidando o público a criar arte coletiva e refletir sobre a diversidade cultural.

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Oscar Murillo, um artista colombiano, fez uma intervenção chamada “Social Mapping” na Avenida Paulista em São Paulo no dia 21 de abril. O evento envolveu o público na criação de um painel coletivo, mostrando a diversidade cultural da cidade. Murillo é um dos convidados da 36ª Bienal de São Paulo, que acontecerá de 6 de setembro de 2025 a 11 de janeiro de 2026. Durante a intervenção, pessoas de várias idades desenharam em grandes telas brancas com lápis e giz de cera. O artista acredita que o desenho é uma forma primária de comunicação e quer promover a interação através da arte. Na Bienal, essa atividade será repetida, permitindo que os visitantes também participem. Murillo, que cresceu no Reino Unido, foca no intercâmbio cultural em seu trabalho, usando diferentes materiais e criando desde rabiscos a autorretratos. Ele escolheu a Avenida Paulista por ser um local movimentado, com cerca de 1,5 milhão de visitantes por dia. O tema da Bienal, “Nem Todo Viandante Anda Estradas: Da Humanidade como Prática”, inspirou Murillo, que vê a cidade como um espaço cheio de influências. Além de “Social Mapping”, ele já fez outros projetos interativos, como “Flooded Gardens” no Tate Modern e “Frequencies”, que envolveu muitos estudantes ao redor do mundo. Durante a Bienal, o público poderá expressar suas experiências e desejos por meio da arte.

Oscar Murillo, artista colombiano, realizou a intervenção “Social Mapping” na Avenida Paulista, em São Paulo, no dia 21 de abril. O evento, que contou com a participação do público na criação de um painel coletivo, reflete a diversidade cultural da cidade. Murillo é um dos convidados da 36ª Bienal de São Paulo, que ocorrerá de seis de setembro de 2025 a 11 de janeiro de 2026.

Durante a intervenção, pessoas de todas as idades se dedicaram a desenhar em grandes telas brancas, utilizando lápis, giz de cera e canetinhas. “Historicamente, se você olhar para o desenho, ele foi o primeiro meio de comunicação”, afirmou Murillo, que busca experimentar a interação por meio da arte. Na Bienal, a ação será repetida, permitindo que os visitantes contribuam com suas próprias criações.

Murillo, que cresceu no Reino Unido, tem o intercâmbio cultural como tema central de sua obra. Ele utiliza materiais diversos e suas criações incluem desde rabiscos simples até autorretratos e representações de personagens populares. “O Brasil é um continente e São Paulo é um país”, disse o artista, ressaltando a universalidade do projeto.

A Avenida Paulista foi escolhida por ser um espaço de grande circulação, com cerca de 1,5 milhão de visitantes por dia. O tema da Bienal, “Nem Todo Viandante Anda Estradas: Da Humanidade como Prática”, foi uma inspiração para Murillo, que vê a cidade como uma “membrana de osmose” permeada por diversas influências.

Além de “Social Mapping”, Murillo já desenvolveu outros projetos interativos, como “Flooded Gardens” no Tate Modern, em Londres, e “Frequencies”, que envolveu mais de cem mil estudantes em diversas partes do mundo. Durante a Bienal, o público terá a oportunidade de expressar suas vozes e desejos por meio da arte, tornando o espaço um reflexo de suas experiências.

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