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“Filme ‘Conclave’ retrata política e fé na escolha do novo papa”

Filme "Conclave" gera polêmica ao retratar a política da Igreja Católica, com críticas de líderes religiosos sobre sua abordagem progressista.

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O filme “Conclave”, dirigido por Edward Berger e baseado no livro de Robert Harris, mostra como é feita a escolha de um novo papa e as intrigas dentro da Igreja Católica. Recentemente, o bispo Robert Barron criticou o filme, dizendo que ele retrata a hierarquia da Igreja de forma negativa e reflete ideias progressistas. Barron pediu que as pessoas não assistissem ao filme, afirmando que ele apresenta uma visão distorcida da Igreja, como um lugar de ambição e corrupção. O filme discute a tensão entre progressistas e tradicionalistas e o papel das mulheres na Igreja, focando na crise de fé de um cardeal. Especialistas comentam que a obra retrata bem a política dos conclaves, onde os cardeais votam em segredo. A votação acontece na Capela Sistina, e o resultado é anunciado pela fumaça da chaminé. Apesar de buscar realismo, algumas críticas surgiram sobre detalhes, como a disposição das mesas. O padre Tom Reese elogiou a atuação, mas achou algumas partes da trama estranhas. Steven P. Millies destacou que o filme mostra a jornada espiritual de um cardeal, o que ele considera bonito.

O filme “Conclave”, dirigido por Edward Berger e baseado na obra de Robert Harris, retrata o processo de seleção papal e as intrigas políticas na Igreja Católica. A produção, que ganhou o Oscar de melhor roteiro adaptado, apresenta discussões secretas entre cardeais após a morte de um papa.

Recentemente, o filme enfrentou críticas de figuras da Igreja, como o bispo Robert Barron. Ele descreveu a obra como uma representação negativa da hierarquia e um reflexo de agendas progressistas. Barron pediu que seus seguidores evitassem o filme, alegando que ele promove uma visão distorcida da Igreja, caracterizando-a como um “centro de ambição e corrupção”.

“Conclave” explora a tensão entre progressistas e tradicionalistas, além de abordar a questão do papel das mulheres na Igreja. O enredo se concentra em um cardeal lidando com sua crise de fé, refletindo sobre o futuro da Igreja. Especialistas afirmam que o filme retrata com precisão a dinâmica política dos conclaves, onde a escolha do papa é um processo de “construção cuidadosa de coalizões”.

Os conclaves são realizados em sigilo, com cardeais isolados do mundo exterior, garantindo que possam votar livremente. A votação ocorre na Capela Sistina, onde os cardeais escrevem suas escolhas em cédulas que são queimadas após a contagem. O resultado é anunciado pela fumaça que sai da chaminé, indicando se um novo papa foi eleito.

Embora o filme busque realismo, algumas críticas surgiram sobre detalhes menores, como a disposição das mesas na Capela. O padre jesuíta Tom Reese elogiou a atuação e a produção, mas considerou algumas reviravoltas da trama “bizarra e inacreditável”. Para Steven P. Millies, o foco do filme é a jornada espiritual de um cardeal, um aspecto que ele considera “belo de se assistir”.

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