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Gregório Duvivier destaca a poesia como parte do cotidiano em novo monólogo teatral

Gregório Duvivier, em "O Céu da Língua", propõe que a poesia permeie o cotidiano, desmistificando sua acessibilidade.

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Gregório Duvivier está apresentando o monólogo “O Céu da Língua”, onde fala sobre como a poesia deve fazer parte do nosso dia a dia. Em uma entrevista ao g1 Campinas, ele ressaltou que a literatura precisa ser acessível a todos e que a poesia não é algo distante, mas sim algo que nos ajuda a viver. Duvivier usa a comédia para mostrar que a poesia está nas pequenas coisas do cotidiano. Ele também comentou sobre sua parceria com a diretora Luciana Paes na criação do texto, destacando que a ideia é brincar com as palavras. O monólogo tem direção musical de Pedro Aune e conta com cenografia e figurino de outros profissionais. A peça busca desmistificar a literatura e mostrar que a poesia é parte da vida de todos.

Gregório Duvivier está em cartaz com o monólogo “O Céu da Língua”, onde defende que a poesia deve ser parte do cotidiano. Durante entrevista ao g1 Campinas, ele destacou a importância de tornar a literatura acessível a todos.

O ator e humorista afirmou que a poesia não deve ser vista como algo distante, reservado apenas para aqueles que estudaram muito. “A poesia é material do dia a dia, ela ajuda a gente a atravessar o dia”, disse Duvivier. A peça utiliza a comédia para mostrar como a poesia está presente nas pequenas coisas, mesmo que de forma sutil.

Duvivier também comentou sobre a colaboração com a diretora Luciana Paes na criação do texto. “Esse texto vem mais da vontade de brincar com as palavras”, explicou. Ele destacou a importância do encontro com Paes, que é uma grande amiga e diretora da peça.

“A gente brinca com o til [~], que é uma coisa nossa, brasileira”, continuou Duvivier, referindo-se à sonoridade e aos sentidos das palavras. O monólogo conta com direção musical de Pedro Aune, cenografia de Dina Salem Levy e figurino de Elisa Faulhaber e Brunella Provvidente.

A peça “O Céu da Língua” busca, assim, desmistificar a literatura e aproximar o público da poesia, mostrando que ela faz parte do cotidiano de todos.

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