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Trilogia de Wolfram Eilenberger explora a filosofia pós-Auschwitz em novo volume

A nova obra de Wolfram Eilenberger, "Espíritus del presente", investiga a Ilustração pós-Auschwitz, destacando pensadores como Adorno e Foucault.

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A nova obra de Wolfram Eilenberger, chamada “Espíritus del presente”, discute como a Ilustração sobreviveu após Auschwitz, focando em filósofos como Adorno, Sontag, Feyerabend e Foucault. O crítico Daniel Gascón destaca que o livro vai além de um simples estudo filosófico, apresentando uma narrativa que reflete sobre a filosofia atual. Ele menciona que o tema principal é a sobrevivência da Ilustração, abordada por meio de pensadores que muitas vezes são vistos como críticos das ideias iluministas. Além de Eilenberger, a seção Babelia também fala sobre outras obras, como “Buenas noches, lechuza”, que trata da velhice e sabedoria, e “La costurera de Chanel”, que discute a literatura cubana e novas autoras. Na não ficção, “En el jardín de las americanas” narra a vida da missionária Alice Gulick, enquanto “Sobre el pedestal” analisa a escultura na esfera pública. Essas obras mostram a diversidade e a riqueza da literatura contemporânea.

A nova obra de Wolfram Eilenberger, “Espíritus del presente”, explora a sobrevivência da Ilustração após Auschwitz, destacando a relação entre filósofos como Adorno, Sontag, Paul Feyerabend e Foucault. A crítica de Daniel Gascón ressalta que o livro não é apenas um tratado filosófico, mas uma narrativa que reflete sobre a filosofia contemporânea.

Gascón afirma que o tema central da obra é a “sobrevivência da Ilustração”, abordada através de figuras frequentemente vistas como traidoras das Luzes. A trilogia de Eilenberger já havia sido comentada anteriormente, e esta nova entrega promete aprofundar ainda mais as complexas interações entre os pensadores.

Além de Eilenberger, a seção Babelia destaca outras obras literárias. “Buenas noches, lechuza”, de Jordi Ibáñez Fanés, investiga a velhice e a sabedoria, enquanto o professor Domingo Ródenas analisa a obra, abordando questões como lealdade a doutrinas e a natureza dramática da velhice.

A crítica literária também menciona “La costurera de Chanel”, de Wendy Guerra, que provoca reflexões sobre a literatura cubana e novas autoras do século XXI. Marta Sanz e José María Guelbenzu comentam sobre obras experimentais e clássicas, respectivamente, ampliando o panorama literário atual.

Na não ficção, “En el jardín de las americanas”, de Cristina Oñoro, narra a trajetória da missionária Alice Gulick, enquanto “Sobre el pedestal”, de Cipriano García-Hidalgo, discute a escultura e sua função na esfera pública ocidental. Essas obras refletem a diversidade temática e a riqueza da produção literária contemporânea.

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