Ian McDiarmid, que faz o papel do imperador Palpatine em Star Wars, falou sobre as críticas que “A Ascensão Skywalker” recebeu desde seu lançamento em 2019. Ele disse que não presta atenção nas opiniões negativas e só fica sabendo delas quando alguém comenta. McDiarmid reconheceu que a volta de Palpatine poderia causar polêmica, mas defendeu a ideia, afirmando que fazia sentido para o personagem. Ele explicou que, mesmo após ser gravemente ferido, Palpatine sempre teve um plano para retornar ainda mais forte. O filme, que arrecadou mais de 1 bilhão de dólares, também é conhecido por apresentar o primeiro casal LGBTQ+ da franquia e está disponível no Disney+.
Ian McDiarmid, que interpreta o imperador Palpatine na saga Star Wars, comentou sobre as críticas recebidas por “A Ascensão Skywalker”, lançado em 2019. O filme tem sido alvo de descontentamento por suas reviravoltas, especialmente a ressurreição de Palpatine.
Durante uma entrevista à Variety, McDiarmid afirmou que não acompanha as críticas e que só toma conhecimento delas quando alguém menciona o assunto. Ele reconheceu que a decisão de trazer Palpatine de volta poderia gerar controvérsia, mas defendeu a lógica por trás do personagem. “A minha lógica e a de Palpatine eram inteiramente razoáveis”, disse o ator.
Ele explicou que o imperador, que havia sido gravemente ferido, sempre teve um plano B para seu retorno. “Eu amei toda a ideia que ele deveria voltar e ser ainda mais poderoso que antes”, acrescentou McDiarmid. O ator também comentou que, apesar de sua volta, Palpatine precisava ser destruído definitivamente.
Desde seu lançamento, “A Ascensão Skywalker” arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheteiras mundiais e está disponível no Disney+. O filme também é notável por apresentar o primeiro casal LGBTQ+ da franquia.
Entre na conversa da comunidade