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RioFilme marca presença no Festival de Cannes com eventos sobre cinema e literatura

RioFilme marca presença no Festival de Cannes com estande e painel sobre adaptações literárias, celebrando a rica história do cinema brasileiro.

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A RioFilme, liderada por Leonardo Edde, terá um estande no Festival de Cannes, que acontece de 13 a 24 de maio, onde o Brasil é o país homenageado. A empresa carioca organizará eventos no Marché du Film, incluindo um painel chamado “Shoot The Book”, em parceria com o Institut Français, que abordará a história das adaptações literárias no Brasil. O primeiro filme brasileiro baseado em um livro foi “A Viuvinha”, de 1914, que adaptou um romance de José de Alencar. Durante o Cinema Novo, na década de 1960, várias obras da literatura brasileira foram levadas ao cinema, como “Vidas Secas” e “Macunaíma”. O Festival de Cannes, que completará 80 anos em 2026, já premiou “O Pagador de Promessas”, de Anselmo Duarte, com a Palma de Ouro em 1962, sendo este o único filme brasileiro a receber esse prêmio.

A RioFilme, sob a direção de Leonardo Edde, terá um estande no Festival de Cannes, que ocorrerá de 13 a 24 de maio. Este ano, o Brasil é o país homenageado no evento, que é um dos mais importantes da indústria cinematográfica. A empresa carioca planeja uma série de eventos no Marché du Film, incluindo um painel sobre adaptações literárias para o cinema.

O painel, intitulado “Shoot The Book”, é uma parceria da RioFilme com o Institut Français e discutirá a história das adaptações literárias no Brasil. O primeiro filme brasileiro baseado em um livro foi “A Viuvinha”, de 1914, uma adaptação do romance de José de Alencar. A trama narra a história de um homem que finge sua morte para escapar de problemas financeiros.

Durante o movimento Cinema Novo, que surgiu na década de 1960, várias obras da literatura brasileira foram adaptadas para o cinema. Entre os clássicos estão “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos, e “Macunaíma”, de Mário de Andrade. O Festival de Cannes, que completará 80 anos em 2026, já premiou o filme “O Pagador de Promessas”, de Anselmo Duarte, com a Palma de Ouro em 1962, sendo este o único filme brasileiro a receber tal honra.

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