Suki Seokyeong Kang, uma escultora da Coreia do Sul, faleceu aos 48 anos após lutar contra o câncer. A informação foi confirmada por suas galerias em Seul e Nova York. Kang era famosa por misturar estilos tradicionais coreanos com arte contemporânea, tendo suas obras exibidas em importantes bienais, como as de Gwangju e Veneza. Sua última exposição, no Museu de Arte Contemporânea de Denver, foi a maior de sua carreira nos Estados Unidos. Ela explorou a conexão entre humanidade e natureza em sua série “Montanha” e homenageou sua avó na série “Grandmother Tower”. Nascida em Seul em 1977, formou-se em pintura oriental e ganhou reconhecimento internacional após receber o Baloise Art Prize em 2018. Sua exposição no Leeum Museum em Seul foi um marco em sua trajetória artística. Kang deixou um legado importante, destacando a colaboração e a convivência através da arte.
Suki Seokyeong Kang, escultora sul-coreana, faleceu no último domingo, aos 48 anos, após uma longa batalha contra o câncer. A notícia foi divulgada pela Kukje Gallery, de Seul, e confirmada pela Tina Kim Gallery, representante da artista em Nova York.
Kang era reconhecida por revisitar estilos artísticos tradicionais da Coreia, como a pintura da Dinastia Joseon e formas de notação musical de seiscentos anos. Suas obras, que mesclavam conceitos contemporâneos com elementos históricos, foram exibidas em bienais ao redor do mundo, incluindo Gwangju e Veneza. Sua última exposição, no Museu de Arte Contemporânea de Denver, foi considerada a maior de sua carreira nos Estados Unidos.
A artista explorou a relação entre humanidade e natureza em sua série “Montanha”, que começou em 2020. As esculturas dessa série foram inspiradas no estilo tradicional si-seo-hwa, que combina poesia escrita, marcas caligráficas e paisagens pintadas. Kang também homenageou sua avó na série “Grandmother Tower”, iniciada em 2011, onde recriou a forma curvada da matriarca com objetos metálicos empilhados.
Kang nasceu em Seul em mil novecentos e setenta e sete e formou-se em pintura oriental na Ewha Womans University. Em dois mil e dezoito, ganhou o Baloise Art Prize na Art Basel e começou a receber reconhecimento internacional. Sua exposição no Leeum Museum, em Seul, foi considerada um marco em sua trajetória, refletindo sobre sua arte e a história da Coreia.
A artista deixou um legado significativo, enfatizando a colaboração e a coexistência através da arte. Em suas palavras, “isso é o que a arte é, no final – colaborar e coexistir com os outros”.
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