Artistas e profissionais da indústria de cinema e televisão do Reino Unido assinaram uma carta em apoio às pessoas trans, pedindo mais respeito à causa. Entre os signatários estão nomes conhecidos como Bella Ramsey, Harris Dickinson e Eddie Redmayne. A carta foi uma reação a uma decisão da Suprema Corte que redefine “mulher” para incluir apenas mulheres cis, excluindo mulheres trans. Essa mudança gerou preocupações sobre discriminação na indústria. A decisão teve apoio financeiro de J.K. Rowling, que é criticada por suas opiniões consideradas transfóbicas. A carta expressa solidariedade às comunidades trans, não-binárias e intersexo, e pede que entidades da indústria se comprometam a proteger essas pessoas. Os signatários acreditam que cinema e televisão podem ajudar a promover empatia e educação.
Artistas e profissionais da indústria de cinema e televisão do Reino Unido assinaram uma carta em apoio às comunidades trans, após uma decisão da Suprema Corte que redefine o termo “mulher”, excluindo mulheres trans. A carta, que conta com nomes como Bella Ramsey, Eddie Redmayne e Hayley Atwell, destaca a necessidade de respeito e proteção aos direitos das pessoas trans.
A decisão da Suprema Corte, publicada em 17 de abril, classifica “mulher” apenas como aquelas que nasceram biologicamente do sexo feminino. Essa mudança gerou preocupações sobre discriminação, especialmente na indústria do entretenimento. O apoio financeiro para essa decisão veio de J.K. Rowling, autora da série Harry Potter, conhecida por suas opiniões controversas sobre questões trans.
A carta expressa solidariedade às comunidades trans, não-binárias e intersexo, afirmando que a decisão impactará o acesso a instalações exclusivas para pessoas do mesmo sexo, afetando desde sets de filmagem até cinemas. Os signatários pedem que entidades culturais, como BAFTA e BBC, se comprometam a proteger os direitos das pessoas trans na indústria.
“Nós, profissionais de cinema e televisão abaixo assinados, nos solidarizamos com as comunidades trans, não-binárias e intersexo que foram impactadas pela decisão da Suprema Corte”, diz o texto. A carta também se alinha a uma Carta Aberta de Escritores do Reino Unido, que já conta com mais de 2.000 signatários.
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